Brasil/Mundo

Brasil completa 5 dias com média de mortes por Covid-19 acima de mil

  • UOL
  • 25/01/2021 21:21
  • Brasil/Mundo
Foto: Ricardo Moraes / UOL
Profissional de Saúde trata paciente internado com Covid-19

O Brasil completou hoje cinco dias com média de mortes por covid-19 acima de mil. Foram 1.055 óbitos em média nos últimos sete dias, ainda assim, o país apresenta estabilidade. Os dados são do consórcio de veículos de imprensa.

Este é o terceiro dia seguido em que a média de mortes é a maior desde 4 de agosto —quando registrou 1.066—. A variação na comparação com 14 dias atrás foi de 6%, o que representa estabilidade, ainda que em números muito altos. No sábado (23) e no domingo (24), o país já havia apresentado as maiores médias móveis dos últimos 5 meses: respectivamente, 1.021 e 1.030.

Não se via uma sequência tão grande no país desde o período de 31 dias entre 3 de julho e 2 de agosto, o maior já verificado durante a pandemia. 

Nas últimas 24 horas, foram registradas 631 novas mortes provocadas pela covid-19. Desde o início da pandemia, foram 217.712 óbitos causados pela doença em todo o país.

Das regiões, apenas o Sul teve queda (-27%). Centro-Oeste (31%) e Norte (77%) apresentaram aceleração. As demais tiveram estabilidade: Nordeste (-2%) e Sudeste (6%). 

Dos estados, 18 mais o Distrito Federal tiveram estabilidade. Cinco apresentaram aceleração e apenas três tiveram queda. De ontem para hoje, houve 28.364 diagnósticos positivos para o novo coronavírus no Brasil.

 O total de infectados chegou a 8.872.964 desde o começo da pandemia. O país chegou hoje a mais de 685 mil vacinados contra a doença. No total, 685.201 pessoas foram imunizadas até o momento, com base em números divulgados pelas secretarias de saúde de 17 estados e do Distrito Federal. 

Dados da Saúde

O Ministério da Saúde divulgou hoje que o Brasil registrou 627 novas mortes provocadas pela covid-19 nas últimas 24 horas. Desde o início da pandemia, 217.664 pessoas morreram em todo o país devido à doença. 

De ontem para hoje, houve 26.816 testagens positivas para a covid-19 no país, elevando o total de infectados para 8.871.393 desde o começo da pandemia. 

De acordo com o governo federal, 7.709.602 pessoas se recuperaram da doença, com outras 944.127 em acompanhamento.

Para Mourão, crise em Manaus e vacina derrubou popularidade de Bolsonaro

  • Folhapress
  • 25/01/2021 19:09
  • Brasil/Mundo
Foto: Agência Brasil
Hamilton Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) atribuiu a queda de popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a "bastante ruído" envolvendo os problemas na vacinação contra Covid-19 no Brasil e à crise de falta de oxigênio em Manaus (AM).

Está havendo um momento aí, vamos dizer assim, de bastante ruído por dois aspectos. Um aspecto é a questão da vacina, da vacinação que, no momento que for esclarecido que o governo está fazendo o possível e o impossível para ter um fluxo contínuo. E também a questão de Manaus, no momento que isso for esclarecido, acho que diminui este ruído."

"E, óbvio, tem as eleições das duas Casas do Legislativo que influi. Então, semana que vem, acho que baixa um pouco as tensões", disse Mourão a jornalistas ao chegar à Vice-Presidência nesta segunda (22).

Nesta sexta-feira (22), pesquisa Datafolha trouxe o diagnóstico do momento, mostrando a elevação de oito pontos percentuais na reprovação ao governo Bolsonaro, que chegou a 40% e superou novamente a aprovação (que recuou de 37% para 31%).

No fim de semana, em dias separados, grupos da esquerda e da direita promoveram carreatas contra Bolsonaro. Abordado por um apoiador de Campo Grande (MS) no jardim do Palácio da Alvorada, ele minimizou o ato na capital e não falou sobre outras cidades.

"Campo Grande... Eu vi uma carreata monstro de uns dez carros lá contra mim", disse Bolsonaro em interação publicada em vídeo por um canal simpático a ele na internet.

O presidente voltou a dizer que, em março, decidirá a qual partido se filiará caso, de fato, não consiga tirar o Aliança do papel. "Se não decolar, a gente vai ter que ter outro partido, senão não temos como nos preparar para as eleições de 2022", disse o presidente aos apoiadores.

Pelo vídeo gravado em uma área em que a presença de jornalistas não é autorizada, no Alvorada, Bolsonaro não foi questionado e nem abordou espontaneamente a crise na saúde por causa da pandemia de Covid-19, que já matou 217,1 mil pessoas no Brasil.

Assim como Manaus, no sábado (23), o governador de Rondônia, Marcos Rocha (PSL), anunciou que chegou a um acordo com o governo federal para transferir pacientes que estão em fila de espera para tratamento da Covid-19.

Sem vagas para mais atendimentos, ele fez ainda um apelo para que médicos vão até o estado ajudar as equipes de saúde.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, solicitou ao STF (Supremo Tribunal Federal), no sábado (23), abertura de inquérito para apurar a conduta do ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, em relação ao colapso da saúde pública em Manaus.

Sob pressão para deixar o cargo, Pazuello viajou à capital amazonense. Em nota, o Ministério da Saúde informou que o ministro "não tem voo de volta a Brasília" e que "ficará no Amazonas o tempo que for necessário".

Indagado por repórteres, Mourão defendeu que Pazuello dê explicações à PGR por causa do "disse-me disse". "Uma vez que existe muito disse-me disse a respeito disso, acho que é melhor que se chegue à conclusão do que que aconteceu", afirmou o vice-presidente, que defendeu o ministro da Saúde, militar da ativa.

"Pelo que tenho acompanhado o trabalho do ministro Pazuello, sei que ele tem feito um trabalho meticuloso e de forma honesta e competente. Então, que se investigue e se chegue à conclusão do que que aconteceu na realidade", disse Mourão.

 

 

PR: ônibus com 55 pessoas tomba e deixa mais de uma dezena de mortos

  • Uol*
  • 25/01/2021 15:06
  • Brasil/Mundo
Imagem: Divulgação/Batalhão de Operações Aéreas PMPR

Um ônibus com 55 ocupantes tombou na manhã de hoje na BR 376 em Guaratuba, no litoral do Paraná. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros do Paraná, 19 mortes foram confirmadas até o momento.

Mais cedo, a corporação havia informado 21 óbitos no acidente, mas corrigiu a informação no início da tarde. O motivo da alteração não foi informado.

No último balanço do acidente divulgado pelos Bombeiros, por volta das 14h10, consta:

• 19 óbitos

• 7 vítimas graves

• 6 vítimas moderadas

• 20 vítimas leves

Todas as vítimas com vida foram atendidas e encaminhadas a hospitais da região, informaram os Bombeiros. As mais graves foram transportadas de helicóptero para o Hospital Cajuru, em Curitiba, e Hospital São José, em Joinville (SC).

Vítimas leves e moderadas foram encaminhadas por ambulâncias a hospitais em Garuva e Joinville, ambas em Santa Catarina.

Equipes dos bombeiros do Paraná e de Santa Catarina, da concessionária Arteris e helicópteros do Batalhão de Operações Aéreas da Polícia Militar foram deslocados para o atendimento no local.

 

Ônibus partiu do Pará

Segundo a Arteris, concessionária que administra a via, o acidente ocorreu por volta das 8h30. O veículo tinha placa de Belém.

O ônibus pertencia à empresa de turismo TC Pires da Cruz e partiu na sexta-feira (22) de Belém (PA), com destino a Balneário Camboriú (SC). De acordo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o veículo seguiria para São José após a parada.

Em nota, a TC Pires da Cruz informou que o ônibus foi fretado por uma terceira pessoa, responsável pelo grupo, que também estava no veículo. Estavam a bordo 53 passageiros e dois motoristas, segundo os Bombeiros.

O acidente aconteceu no km 668 em um local conhecido como curva da Santa, no sentido Santa Catarina. O ônibus saiu da pista, rompeu a mureta de proteção e caiu numa ribanceira. Ainda não se sabe o que teria provocado o acidente.

Segundo concessionária, a via está interditada no km 662 (PRF Alto da Serra), em Guaratuba, no sentido Santa Catarina. Por volta das 11h40, havia 18 km de retenção.

 

Condições da pista eram normais, diz porta-voz dos Bombeiros

De acordo com a porta-voz do Corpo de Bombeiros, tenente Ana Paula Inácio de Oliveira, a região onde ocorreu o acidente é de grande fluxo por ser próxima ao litoral, mas não chovia na manhã de hoje.

"Tivemos vários dias de fortes chuvas, contundo hoje essa situação não acontecia. A pista, a princípio, estava dentro da normalidade e tivemos acidente", disse à CNN Brasil.

Segundo ela, as equipes apuram se passageiros foram lançados para fora do ônibus durante o tombamento do veículo. No entanto, a verificação ainda está em andamento por causa do acesso dificultado ao local de mata.

Também à CNN, o tenente Arendt, do batalhão de Operações Aéreas da PM do Paraná, afirmou que a curva onde o ônibus tombou é bastante perigosa.

"É uma curva bem forte, que joga geralmente os veículos que estiverem com uma certa velocidade, então o veículo acabou saindo ali e indo parar numa ribanceira", afirmou.

 

Investigadores apuram documentação do ônibus

A tenente dos Bombeiros disse ainda que ainda não há informações sobre se o ônibus que fazia a viagem estava com a documentação em dia.

"Não tenho informação se a documentação do ônibus estava em dia. Temos outros órgãos atuando no local, da polícia, e com certeza esses dados estão sendo levantados para ver o que pode ter causado o acidente", declarou.

 

Veja a nota oficial da empresa TC Pires da Cruz

"A empresa de turismo TC Pires da Cruz, com sede em Ananindeua- PA, vem informar a todos, que hoje segunda-feira (25), por volta das 09h recebeu a notícia sobre um acidente com o ônibus da empresa, na cidade de Guaratuba no Paraná.

Ainda não se sabe as causas do acidente e nem o número real de óbitos e feridos.

O responsável pela TC Turismo está a caminho do local do acidente para prestar auxílio às vítimas.

O ônibus que saiu de Belém na sexta-feira (22) às 18h com destino à Santa Catarina, foi fretado por uma terceira pessoa, responsável pelo grupo, que também estava no ônibus que capotou.

De acordo com a lista de passageiros fornecida pelo contratante da viagem, haviam 50 pessoas a bordo do ônibus.

A empresa está providenciando um meio de comunicação para prestar informações aos familiares.

A TC Pires da Cruz informa que prestará todo apoio necessário às vítimas e familiares e não medirá esforços para amenizar a dor de cada um dos paraenses envolvidos no acidente, assim como a dos seus entes queridos, neste momento tão difícil para todos".

*Colaborou Luciana Cavalcante, em Belém

Estudantes fazem hoje as provas de exatas do Enem

  • Agência Brasil
  • 24/01/2021 09:37
  • Brasil/Mundo
Foto: Reprodução
Enem

Estudantes de todo o país fazem hoje (24) a segunda prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Os portões serão abertos às 11h30. Os estudantes podem entrar no local de prova até as 13h, no horário de Brasília, e as provas começam a ser aplicadas às 13h30. Neste domingo, os participantes fazem as provas de matemática e de ciências da natureza, com 45 questões cada. Os estudantes terão cinco horas para resolver as questões. A prova termina às 18h30. 

Por causa da pandemia do novo coronavírus, a recomendação é que os estudantes cheguem com antecedência e que seja mantido o distanciamento entre as pessoas, mesmo fora dos locais de aplicação. Quem for diagnosticado com covid-19 ou apresentar sintomas dessa ou de outras doenças infectocontagiosas até o momento do exame não deverá comparecer ao local de prova e sim entrar em contato com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Esses estudantes terão direito a fazer a prova na data de reaplicação do Enem, nos dias 23 e 24 de fevereiro. A partir de amanhã (25), eles podem fazer o pedido na Página do Participante.

No último domingo (17), os participantes fizeram as provas objetivas de linguagens e ciências humanas, com 45 questões cada, e a prova de redação. Encerrada a aplicação do Enem impresso, o gabarito das provas objetivas deverá ser divulgado até esta quarta-feira (27) e, as notas finais, no dia 29 de março. Com as notas em mãos, os estudantes podem pleitear uma vaga no ensino superior.  

Itens obrigatórios 

Para fazer o exame, alguns itens são obrigatórios. Neste ano, além do documento oficial de identificação com foto e da caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, itens obrigatórios também nos exames anteriores, a máscara de proteção facial passa a integrar essa lista. Os participantes que não estiverem com máscara de proteção facial não poderão ingressar no local de prova. 

É recomendado que os participantes levem máscaras extras para trocar durante a prova. Haverá nos locais de prova álcool em gel para que os estudantes higienizam as mãos, mas é permitido que os participantes levem seu próprio produto caso desejem.

Como se trata de uma prova longa, também é recomendado que os participantes levem lanche e água e/ou outras bebidas, com exceção de bebidas alcoólicas que não são permitidas e podem levar à eliminação do candidato. É recomendado também que se leve no dia do exame o Cartão de Confirmação da Inscrição. Nele está, entre outras informações, o local de prova. O cartão pode ser acessado na Página do Participante

Caso necessitem comprovar que participaram do exame, os estudantes podem, também na Página do Participante, imprimir a chamada Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha. A declaração deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala em cada um dos dias. Ela serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho.

Enem 2020 

O Enem 2020 terá uma versão impressa, que começou a ser aplicada no último domingo (17) e termina neste domingo, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.  

As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação.

No primeiro dia de aplicação, o exame teve uma abstenção recorde de 51,5%. Do total de 5.523.029 inscritos para a versão impressa do Enem, 2.842.332 faltaram às provas. 

O exame foi suspenso no estado do Amazonas, onde 160.548 estudantes estão inscritos para as provas; em Rolim de Moura (RO), onde há 2.863 inscritos; e, em Espigão D'Oeste (RO), com 969, devido aos impactos da pandemia nessas localidades. Esses estudantes poderão fazer as provas também na reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Segundo o Ministério da Educação, foram cerca de 20 ações judiciais em todo o país contrárias à realização do exame.

Morre Larry King, lenda da TV americana, aos 87 anos

  • O Globo
  • 23/01/2021 11:16
  • Brasil/Mundo
Foto: Divulgação
Larry King

Morreu neste sábado o apresentador Larry King, um ícone de TV americana. Ele tinha 87 anos e vinha lutando contra a Covid-19. King calculava ter entrevistado mais de 50 mil pessoas em sua carreira, desde presidentes de grandes nações (nos Estados Unidos, todos desde Richard Nixon) a especialistas em alienígenas.

A notícia foi confirmada pelas redes sociais de King, através de seus representantes. "Com profunda tristeza, a Ora Media anuncia a morte de seu cofundador, apresentador e amigo Larry King, que morreu nesta manhã, aos 87 anos, no Cedars-Sinais Medical Center, em Los Angeles", diz a mensagem publicada no Twitter.

King estava internado desde o começo do ano, após contrair a Covid-19. O estado dele era considerado grave, e o apresentador não podia receber visitas no hospital. A causa oficial da morte não foi anunciada.

Com mais de seis décadas de carreira como comunicador, King apresentou o programa de entrevista "Larry King live" por 25 anos na CNN.

"Por 63 anos e passando pelas plataformas de rádio, televisão e mídia digital, as milhares de entrevistas, prêmios e reconhecimento global de Larry ficam como um comprovante de seu talento único e duradouro como comunicador", reforça o comunicado oficial.

Lote de 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford chega ao Rio de Janeiro

  • UOL
  • 23/01/2021 11:03
  • Brasil/Mundo
Foto: UOL
Avião com vacinas foi 'batizado' ao chegar no País.

O avião que transporta os dois milhões de doses da vacina de Oxford produzidas no Instituto Serum, na Índia, chegou ao Rio de Janeiro, às 22h. De forma simbólica, a aeronave foi batizada ao pousar no Aeroporto do Galeão. 

As vacinas serão transportadas, com escolta da Polícia Federal (PF), para o depósito da Fiocruz. Pouco antes, por volta das 21h40, chegou o avião que levava a comitiva do Governo Federal, entre eles o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, chanceler Ernesto Araújo e embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy. A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, também está presente.

As doses da vacina Oxford/AstraZeneca, chegaram ao Brasil em um avião da Emirates que veio da Índia e pousou hoje no Aeroporto de Guarulhos (SP) por volta das 17h27. Após os trâmites alfandegários, a carga seguiu em aeronave da empresa Azul ao aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. As vacinas foram produzidas pelo laboratório indiano Serum e compradas pelo Ministério da Saúde. Em São Paulo, a carga também foi recebida pelo general e ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, pelo chanceler Ernesto Araújo e pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria.

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) usou o Twitter para agradecer ao primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, pela liberação da exportação das vacinas. "O Brasil sente-se honrado em ter um grande parceiro para superar o obstáculo global. 

Obrigado por nos auxiliar com as exportações de vacinas da Índia para o Brasil", escreveu o presidente. Bolsonaro também usou as redes sociais para celebrar a chegada da vacina em território brasileiro.

Aprovação de Bolsonaro cai para 27%, mostra pesquisa

  • Terra
  • 22/01/2021 15:01
  • Brasil/Mundo
Foto: Agência O Globo
Jair Bolsonaro

A aprovação do presidente Jair Bolsonaro caiu para 27%, de acordo com uma pesquisa realizada pela revista Exame e divulgada nesta sexta-feira (22). A pesquisa também aponta que 45% dos entrevistados condenam a maneira com que Bolsonaro está lidando com a presidência.  

O relatório traz informações sobre a opinião dos entrevistados tanto sobre o governo de Jair Bolsonaro, quanto a situação do Estado do Amazonas em relação a pandemia e também sobre as vacinas aprovadas pela Anvisa.  

A queda

De acordo com o gráfico mostrado no relatório, em janeiro de 2019, 50% dos entrevistados haviam avaliado o governo Bolsonaro como ótimo, enquanto 22% o consideravam ruim/péssimo. Após um ano, esses números se inverteram.

Atualmente, 45% dos entrevistados consideram o governo como ruim/péssimo e 27%, como ótimo/bom. Segundo o relatório, o período que maior rejeição ao governo foi em junho de 2020, com 50% de rejeição, quando o país enfrentava o pico da pandemia do coronavírus.  

A pesquisa também trouxe dados sobre a atuação do ministro da Saúde, o general Pazuello. De acordo com o relatório, 31% dos entrevistados avaliaram o trabalho de Pazuello como regular.  

Segundo o fundador do IDEIA (instituto especializado em opinião pública), Maurício Moura, a queda da popularidade do governo Bolsonaro ocorreu essencialmente entre jovens, de 18 a 24 anos, no Norte, Nordeste e em todas as faixas de renda. “A dinâmica do vírus, a incerteza sobre a vacinação, os desencontros de comunicação do Ministério da Saúde e a percepção real do fim do auxílio emergencial de renda foram uma combinação amplamente negativa”, afirmou Moura.

Pandemia em Manaus

Dos entrevistados pela Exame, 33% acreditam que o principal responsável pelo agravamento da pandemia no município de Manaus, no Amazonas, é a própria população e 49% acreditam que a situação no município tende a melhorar nas próximas semanas.  

O relatório também apontou que 60% acreditam que a situação de Manaus pode afetar negativamente a popularidade de Jair Bolsonaro.  

Vacina

Segundo Maurício Moura, os dados sobre as vacinas mostram a visão mais pragmática e menos política da população sobre o tema. Também aponta que o governo federal, nas figuras no ministro da Saúde e do presidente, foi coadjuvante na aprovação de ambas as vacinas.  

De acordo com a pesquisa, 32% dos entrevistados atribuem o mérito da aprovação das vacinas à comunidade científica, 8% ao governador do Estado de São Paulo, João Dória e 3% ao presidente Jair Bolsonaro.  

Covid-19:Brasil registra 1.316 mortes em 24h, total chega a 214.147

  • Estadão
  • 21/01/2021 21:50
  • Brasil/Mundo
Jochen Sand/GettyImages
Novo coronavírus

O Brasil registrou 1.316 novas mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo dados atualizados nesta quinta-feira, 21, pelo Ministério da Saúde. Com isso, o total de óbitos pela doença no País chega a 214.147.

No mesmo intervalo, foram registrados 59.119 casos do novo coronavírus, elevando o total de registros da doença no País para 8.697.368.

A região Sudeste chegou nesta quinta a um total de 3.115.007 casos de covid e 98.878 mortes pela doença. O Nordeste tem 2.075.026 registros da infecção e 50.265 óbitos. O Sul contabiliza 1.588.087 casos confirmados e 25.475 mortes. O Centro-Oeste tem 960.070 registros da covid-19 e 19.228 óbitos. O Norte do País chega nesta quinta a 959.178 casos e 20.301 mortes pelo novo coronavírus.

O Estado do Amazonas, que vive uma crise no sistema de saúde em razão do aumento dos casos e mortes pela covid-19 e da falta de oxigênio em muitos hospitais, registrou nas últimas 24 horas 159 mortes e 2.202 novos casos da doença. Ao todo, o Estado contabiliza 241.182 registros de covid e 6.757 mortes. 

Vacinas da Índia devem chegar no fim da tarde de amanhã no Rio

  • Agência Brasil
  • 21/01/2021 17:19
  • Brasil/Mundo
Foto: Reuters
AstraZeneca

As vacinas contra a covid-19 desenvolvidas em parceria entre a AstraZeneca e a Universidade de Oxford devem chegar ao Brasil, vindas da Índia, nesta sexta-feira (22). A informação foi dada pelo Ministério das Comunicações por meio de nota oficial na tarde de hoje (21).

As doses serão enviadas por meio de um voo comercial da companhia aérea Emirates. A previsão é que a carga chegue ao Rio de Janeiro no fim da tarde de amanhã. O voo da Emirates primeiro pousa no Aeroporto Internacional de Guarulhos, e em seguida a carga será embarcada em outro avião que segue para o Aeroporto Internacional do Galeão.

Foram contratadas duas milhões de doses, fabricadas pelo laboratório indiano Serum.

O governo brasileiro tenta desde a semana passada trazer a carga de imunizantes do país asiático. A previsão inicial era que elas estariam aqui no domingo passado (17). Contudo, o governo da Índia recuou e as autoridades brasileiras passaram a dialogar para liberar a carga.

A Índia anunciou nesta semana a exportação de vacinas para seis países, sem incluir o Brasil. Na noite de ontem, o secretário de Relações Exteriores da Índia, Harsh Srhingla, confirmou à Agência Reuters a liberação da exportação.

Justiça condena Eduardo Bolsonaro por danos morais

  • Terra
  • 21/01/2021 16:57
  • Brasil/Mundo
Agência Câmara
Eduardo Bolsonaro

A 11ª Vara Cível da Capital, do Tribunal de Justiça de São Paulo, deu causa ganha à Patricia Campos Mello em ação contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro. Foi firmado que o parlamentar deve indenizar em R$ 30 mil a jornalista por danos morais, provocados por suas declarações em um vídeo publicado no canal 'Terça Livre'. Na ocasião, Eduardo Bolsonaro acusou Patricia Campos Mello de usar de métodos de sedução para obter informações que manchassem a reputação de seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, e afirmou que a sua reportagem sobre os disparos em massa no WhatsApp, de 2018, era fake news. O parlamentar ainda pode recorrer da decisão.

O deputado federal afirmou nas imagens publicadas pelo 'Terça Livre' que a jornalista teria sido premiada por ter criado fake news sobre Jair Bolsonaro, então candidato à presidência da República, em 2018."É igual a Patrícia Campos Mello, fez a fake news de 2018, para interferir na eleição presidencial, entre o primeiro e segundo turno, e o que ela ganhou de brinde? Foi morar nos Estados Unidos". Ele também disse que Patricia "tentou seduzir o Hans River. Tentando fazer uma insinuação sexual para obter uma vantagem, de entrar na casa do Hans River, ter acesso ao laptop dele e tentar ali, achar alguma coisa contra o Jair Bolsonaro, que não achou".

A defesa do deputado argumentou durante o processo que o pedido de indenização era descabido, uma vez que as suas afirmações teriam base no depoimento de Hans River na CPMI das Fake News. O juiz Luiz Gustavo Esteves, no entanto, entendeu que a justificativa não tem fundamento. "Não lhe socorre a alegação de que teria, apenas, reproduzido o conteúdo do testemunho prestado por Hans River na CPI instaurada, vez que tal depoimento ocorreu em 11/02/2020, ao passo que seu vídeo no YouTube foi transmitido em 27/05/2020,quando já havia vasta divulgação sobre o possível falso testemunho prestado por Hans", escreveu o juiz.

Esteves ainda destaca em sua decisão que o deputado federal não apresentou, durante a sua participação no vídeo do canal 'Terça Livre', ressalvas sobre a credibilidade das acusações de Hans (que já eram amplamente questionadas). Além do mais, o parlamentar não só proferiu as calúnias, mas também as compartilhou em sua página oficial no Twitter. Sendo assim, considerou que as afirmações não foram mera reprodução de conteúdo suspeito, mas que o ato configurou-se em possível tentativa de arranhar a credibilidade da jornalista. "No mínimo, foi incauto o requerido (Eduardo Bolsonaro) ao não ressaltar tal fato, o que reforça sua intenção de macular a imagem da autora", ponderou o magistrado.

Com a palavra, a defesa de Eduardo Bolsonaro

A reportagem entrou em contato com a defesa de Eduardo Bolsonaro e ainda aguardava resposta até a publicação desta matéria. O espaço permanece aberto a manifestações.

Índia libera exportação da vacina de Oxford para o Brasil, diz agência Reuters

  • G1
  • 21/01/2021 14:21
  • Brasil/Mundo

O governo da Índia liberou as exportações comerciais de vacinas contra a Covid-19, disse o secretário de Relações Exteriores do país asiático à agência de notícias Reuters. A informação foi confirmada pela TV Globo com o Consulado indiano em São Paulo.

As primeiras remessas do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca, que é fabricado pelo Instituto Serum da Índia (SII), devem ser enviadas para o Brasil e Marrocos nesta sexta-feira (23).

O G1 entrou em contato com o Ministério da Saúde a respeito e, até a última atualização desta reportagem, não havia obtido resposta. A reportagem também perguntou à AstraZeneca sobre a entrega das vacinas contratadas e atualizará esta matéria assim que tiver uma posição oficial.

Segundo o Consulado em São Paulo, um avião do Instituto Serum partirá na sexta e deve desembarcar no aeroporto de Guarulhos ainda no sábado (22). De lá, o carregamento será enviado para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, para ser etiquetado e armazenado.

A vacina desenvolvida pela farmacêutica britânica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford estão sendo fabricadas no Instituto Serum, na Índia, o maior produtor mundial de vacinas, que recebeu pedidos de países de todo o mundo.

Dificuldades na importação

O governo indiano suspendeu a exportação de doses até iniciar seu próprio programa doméstico de imunização no fim de semana passado. No início desta semana, ela enviou carregamentos gratuitos para países vizinhos, incluindo Butão, Maldivas, Bangladesh e Nepal.

O Brasil vinha enfrentando dificuldades para liberar carga de 2 milhões de doses de vacina que comprou do Instituto Serum. Ontem, o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Ernesto Araújo, disse que não havia prazo para receber as doses, mas negou que problemas políticos e diplomáticos com a Índia tenham atrasado a entrega.

"Em relação ao prazo para entrega das vacinas que estamos importando da Índia, eu não posso mencionar agora um prazo, mas queria reiterar que está bem encaminhado e que estou conduzindo pessoalmente as conversações com as autoridades da Índia", afirmou o chanceler brasileiro.

O secretário das Relações Exteriores, Harsh Vardhan Shringla, disse à Reuters que o fornecimento comercial da vacina começa na sexta-feira, de acordo com o compromisso do primeiro-ministro Narendra Modi de que as capacidades de produção da Índia seriam usadas para "toda a humanidade" para combater a pandemia.

“Seguindo essa visão, respondemos positivamente aos pedidos de países de todo o mundo de fornecimento de vacinas manufaturadas na Índia, começando pelos nossos vizinhos”, disse ele, referindo-se ao fornecimento gratuito.

“O fornecimento das quantidades comercialmente contratadas também começará a partir de amanhã (sexta), começando por Brasil e Marrocos, seguidos de África do Sul e Arábia Saudita”, acrescentou.

Mega-Sena acumula e prêmio vai para R$ 22 milhões

  • Agência Brasil
  • 20/01/2021 21:29
  • Brasil/Mundo
Foto: Agência Brasil
Mega Sena

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do sorteio da Mega-Sena, realizado nesta quarta-feira (20), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo.

Os números sorteados no concurso 2.336 foram 08, 10, 20, 27, 28 e 50. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no sábado (23), é de R$ 22 milhões.

A quina teve 75 ganhadores, com prêmio individual de R$ 32.688,93. Foram 4.701 apostas ganhadoras da quadra e o prêmio para cada uma é R$ 745,02.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

Brasil registra 1.340 novas mortes em 24 h, o segundo maior número em 2021

  • UOL
  • 20/01/2021 20:03
  • Brasil/Mundo
Covid-19

O Ministério da Saúde divulgou hoje que foram confirmados 1.340 novos óbitos causados pela covid-19 de ontem para hoje, elevando para 212.831 o total de mortos desde o início da pandemia. Pelos dados do Ministério, este é o segundo maior número de 2021 - atrás apenas do último dia 7, quando foram cadastradas 1.524 novas mortes entre um dia e outro. 

Pelo segundo dia consecutivo, o Brasil registrou mais de mil novas mortes provocadas pela covid-19 nas últimas 24 horas. Nesta terça-feira (19), foram computados 1.192 novos óbitos.

Foram confirmados 64.385 testes positivos para a covid-19 em todo o país nas últimas 24 horas. Desde o começo da pandemia, o número de infectados subiu para 8.638.249. 

De acordo com o governo federal, 7.564.622 pessoas se recuperaram da doença, com outras 860.796 em acompanhamento.

China acelerará envio da matéria-prima de vacina de covid-19, diz Maia

  • Agência Brasil*
  • 20/01/2021 16:45
  • Brasil/Mundo
Foto:Câmara dos Deputados
Rodrigo Maia

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quarta-feira (20), após reunião virtual com o embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, que o atraso na liberação de insumos chineses para a produção da CoronaVac no Brasil se deve a razões técnicas e não políticas.

Maia destacou que o embaixador deixou claro que não há obstáculo diplomático para entrega do material para os imunizantes. Segundo o presidente da Câmara, o governo chinês se comprometeu em trabalhar para acelerar a exportação dos insumos para a fabricação de vacinas contra a covid-19 no Brasil.

"O governo chinês vai trabalhar para acelerar a chegada desses insumos. O diálogo com o governo de São Paulo e o Instituto Butantan vai fazer com que a gente consiga avançar o mais rapidamente possível. A decisão do governo chinês é atender a população brasileira", destacou.

Rodrigo Maia disse ainda que, até o momento, a embaixada chinesa não comunicou nenhum contato do governo brasileiro para tratar do tema.

*Com informações da Agência Câmara

Escritório de SP na China negocia liberação de insumos da vacina

  • Uol
  • 20/01/2021 16:33
  • Brasil/Mundo
Foto: Divulgação
João Dória. governador de São Paulo.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse hoje que conta com a atuação de um escritório do governo paulista na China para negociar a liberação de insumos para a produção da CoronaVac. Doria afirmou que a direção do escritório comercial de São Paulo em Xangai vem acompanhando a situação. O impasse impacta diretamente na produção de mais doses da vacina contra covid-19 no Instituto Butantan.

"O escritório do governo de São Paulo em Xangai abriu novos entendimentos com autoridades da China para a liberação dos insumos da vacina do Butantan", disse Doria durante entrevista coletiva realizada no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.

O governador paulista aproveitou para valorizar a instalação do escritório durante a sua gestão. Em agosto de 2019, o governo de São Paulo criou em Xangai a unidade da InvestSP (Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade). Segundo Doria, o escritório já ajudou a trazer respiradores e EPIs (Equipamento de Proteção Individual) importados da China no início da pandemia.

"Nosso diretor-geral da nossa unidade da China está em Pequim acompanhando a liberação de insumos para a vacina do Butantan", afirmou o governador, citando José Mario Antunes, que dirige o escritório chinês.

O próprio Antunes também deu um depoimento virtual durante a entrevista coletiva e confirmou a negociação com os chineses. Ele disse que as conversas correm "muito bem" e que vem mantendo "contato diário" com autoridades chinesas para liberar a carga do laboratório Sinovac, parceiro do Butantan no desenvolvimento da CoronaVac.

De acordo com o diretor do Butantan, Dimas Covas, a previsão da instituição é de que o novo lote de matéria-prima chegue da China até o fim de janeiro.

"Nossa previsão de chegada, como mencionei, é de que 5,4 mil litros [de insumos] cheguem até o fim desse mês. E mais 5,6 mil litros até o dia 10 de fevereiro. Essa matéria-prima está pronta e aguardando trâmite burocrático", disse Covas.

O diretor do Butantan também previu que na próxima semana já poderá iniciar a distribuição ao Ministério da Saúde dos 4,8 milhões de doses que esperam um novo aval da Anvisa. Segundo Dimas Covas, a agência federal já concluiu a documentação enviada pelo Butantan e fez um pedido de esclarecimento ao laboratório paulista.

Entrave sobre insumos

Desde que teve o primeiro pedido de uso emergencial para a CoronaVac aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), no último domingo (17), o Instituto Butantan e o governo paulista se preocupam com a continuidade da produção da vacina na fábrica do Butantan, em São Paulo. Como a CoronaVac é o único imunizante aprovado até agora com doses disponíveis para serem aplicadas no país, a questão se tornou urgente.

Para evitar que a campanha nacional de imunização pare por falta de vacinas, o Butantan precisa da chegada de insumos vindos da China. A expectativa é produzir mais 10 milhões de doses até o fim de janeiro. Até agora, o laboratório paulista já forneceu 6 milhões de doses ao PNI (Programa Nacional de Imunização) e tem mais 4,8 milhões prontas para serem distribuídas.

As doses que estão prontas no Butantan, porém, aguardam a aprovação de mais um pedido de uso emergencial feito à Anvisa, que prometeu uma resposta até sexta-feira (22). O novo aval é necessário porque essas doses foram envasadas no país, enquanto os primeiros 6 milhões vieram prontos da China, produzidas pelo laboratório Sinovac.

A informação do governo paulista é de que o Sinovac tem os insumos prontos para a entrega, mas aguarda a conclusão de questões burocráticas para a liberação da carga. Por conta disso, Dimas Covas chegou a cobrar ontem "dignidade" do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para ajudar a destravar a importação.

Isso porque Bolsonaro tem feito desde o ano passado afirmações negativas em relação à CoronaVac, e propagando desconfiança sobre a China. Além do presidente, um dos seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), chegou a criar um desgaste diplomático ao acusar a China de suposta espionagem por meio da sua rede de tecnologia 5G.

Reunião com embaixador

Hoje pela manhã, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), atual aliado de Doria, se reuniu de forma virtual com embaixador da China no Brasil, Yang Wanming. Após a reunião, Maia afirmou que não há entraves políticos para a chegada dos insumos da China, e que Wanming está trabalhando para acelerar o processo.

Já Doria chegou a dar hoje uma previsão de 48 horas para ter uma resposta da China sobre a importação.

ONG distribui saquinho de maconha para quem se vacinar contra a Covid-19

  • IG
  • 20/01/2021 16:32
  • Brasil/Mundo
AFP

Em Washington , nos Estados Unidos , uma ONG decidiu distribuir um saquinho de maconha para cada pessoa que for até os postos de vacinação para receber o imunizante contra a Covid-19 .

A campanha da ONG DC  Marijuana Justice (DCMJ) recebeu o apelido de "Baseados por Vacinas". Um dos fundadores, Adam Eidinger, disse que a iniciativa é uma forma de apoiar a ciência. "Se você acredita na ciência que apoia a cannabis medicinal, deve acreditar na ciência que apoia a eficácia da vacina", afirmou.

"Estamos procurando maneiras de celebrar com segurança o fim da pandemia e desconhecemos algo que seja capaz de unir as pessoas mais do que a cannabis ", disse à Forbes Nikolas Schiller, outro fundador do coletivo.

"A DCMJ acredita que a cannabis deve ser consumida com segurança e responsabilidade, e a pandemia tornou incrivelmente difícil para muitos adultos compartilharem sua cannabis cultivada em casa", acrescentou.

Segundo o portal, essa não é a primeira vez que a DCMJ distribui maconha. Em janeiro de 2017, a ONG ofereceu milhares de cigarros da erva no momento da posse de Donald Trump. A ONG planejava fazer algo parecido para comemorar a posse do democrata Joe Biden. No entanto, com o avanço da pandemia nos EUA, os planos mudaram e eles pretendem fazer uma grande distribuição em julho deste ano.

 

Fiocruz diz que só deve entregar primeiras doses da vacina de Oxford em março

  • Folhapress
  • 19/01/2021 21:50
  • Brasil/Mundo
Foto: Justin Tallis/AFP

A Fiocruz prevê que só deve entregar no início de março as primeiras doses da vacina de Oxford/AstraZeneca produzidas no Brasil, já que a chegada de insumos da China atrasou. A promessa anterior, feita no final de dezembro, era fornecer o primeiro lote do imunizante por volta de 8 de fevereiro.

O novo cronograma consta em um ofício da fundação encaminhado nesta terça (19) ao Ministério Público Federal, que acompanha e apura as estratégias de vacinação contra a doença. O documento foi obtido primeiramente pelo jornal Estado de S. Paulo.

O texto de pouco mais de uma página, assinado pelo diretor do Instituto Bio-Manguinhos, Mauricio Zuma Medeiros, foi uma resposta a um ofício do procurador federal Marcos Alencar Friaça que questionava sobre as datas de entrega das 2 milhões de doses prontas que serão trazidas da Índia e da outra parcela que será processada no Brasil pela Fiocruz.

A previsão da fundação é que o IFA (ingrediente farmacêutico ativo) - material necessário para fazer a vacina produzido por uma parceira da AstraZeneca na China - chegue no próximo sábado (23), mas ainda é necessária confirmação. A importação, que inicialmente estava prevista para dezembro, depende da liberação do país asiático.

Após a chegada do insumo, a Fiocruz diz que ainda será preciso mais de um mês para o fornecimento das vacinas, já que, depois de produzidas, as doses ainda terão que passar por testes de qualidade. Estima-se que esses testes levem 17 dias, somados a mais 2 dias de análise pelo INCQS (Instituto Nacional de Controle da Qualidade em Saúde)​.

Isso se a matéria-prima chegar no dia previsto e se a qualidade do imunizante for aprovada. Caso contrário, o prazo pode se esticar.

"Estima-se que as primeiras doses da vacina sejam disponibilizadas ao Ministério da Saúde em início de março de 2021, partindo da premissa de que o produto final e o IFA apresentarão resultados de controle de qualidade satisfatórios, inclusive pelo INCQS", diz trecho do ofício.

Ainda segundo o documento, os lotes de IFA devem chegar em 30 remessas, com intervalos de duas semanas. Eles serão suficientes para produzir os 100,4 milhões de doses prometidas até julho pela fundação, que afirma já estar com uma linha de envase pronta para entrar em funcionamento.


Sobre os 2 milhões de doses prontas que estão na Índia, a Fiocruz responde que ainda não é possível precisar a data de envio. "Isto porque, embora a carga contendo essas doses já esteja disponível, negociações diplomáticas entre os governos da Índia e do Brasil ainda se encontram pendentes de ajuste final para autorização do processo de envio", diz.

O lote foi uma estratégia frustrada do Ministério da Saúde para antecipar o início da imunização. Nesta terça (19), o ministério das Relações Exteriores da Índia informou que começará a exportar vacinas nesta quarta (20) para seis países da sua região, portanto que não incluem o Brasil.

O ofício da Fiocruz diz também que o trecho do contrato com a AstraZeneca que prevê a transferência de tecnologia para que a vacina de Oxford seja inteiramente de produção nacional está sendo revisado, sem dar mais detalhes.

"Em razão de ajustes necessários de ordem técnica, a minuta do Contrato de Transferência de Tecnologia está sendo revisada pelas partes, havendo previsão de sua assinatura até meados de fevereiro", afirma a instituição.

Após a divulgação do documento, a Fiocruz disparou uma nota à imprensa dizendo que segue com o compromisso de entregar 50 milhões de doses até abril deste ano, 100,4 milhões até julho e mais 110 milhões ao longo do segundo semestre, totalizando 210,4 milhões de vacinas em 2021.

A fundação reforçou que, "embora ainda dentro do prazo contratual em janeiro, a não confirmação até a presente data de envio do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) poderá ter impacto sobre o cronograma de produção inicialmente previsto de liberação dos primeiros lotes entre 8 e 12 de fevereiro".

Também disse que o cronograma de produção será detalhado assim que a data de chegada do insumo estiver confirmada​.

A instituição vinha mantendo silêncio na última semana diante do risco da produção da vacina contra a Covid-19 atrasar por falta de matéria-prima. Assim como a AstraZeneca, a instituição tem negado pedidos de entrevista e não tem respondido a perguntas sobre os problemas que tem enfrentado para o início do processo.

Brasil registra 1.183 novas mortes por covid em 24 h; óbitos somam 211.511

  • UOL
  • 19/01/2021 20:12
  • Brasil/Mundo
Foto: Reprodução
Covid-19

O Brasil voltou a registrar mais de mil mortes por covid-19 em um intervalo de 24 horas. Foram cadastrados 1.183 novos óbitos causados pela doença de ontem para hoje, chegando a um total de 211.511 mortes desde o início da pandemia. O levantamento foi feito pelo consórcio de veículos de imprensa. 

Na última semana, pelos dados do consórcio, houve cinco dias seguidos com mais de mil novas mortes confirmadas em um período de 24 horas. Entre 12 e 16 de janeiro, foram 1.109, 1.283, 1.151, 1.131 e 1.039, respectivamente.

De ontem para hoje, houve 63.504 diagnósticos positivos para o novo coronavírus em todo o país. Desde o começo da pandemia, o número de infectados chegou a 8.575.742. Foram 969 mortes em média nos últimos sete dias. 

O Ministério da Saúde divulgou hoje que o país registrou 1.192 novos óbitos provocados pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, 211.491 pessoas morreram devido à doença desde o começo da pandemia.

De ontem para hoje, houve 62.094 testes positivos para a covid-19 em todo o país. Desde o início da pandemia, o total de infectados subiu para 8.573.864. 

Segundo o governo federal, 7.518.846 pessoas se recuperaram da doença, com outras 843.527 em acompanhamento.

Vacinação tem início em todos os estados do Brasil

Após falhas de logística do Ministério da Saúde que atrasaram a distribuição da CoronaVac, dez estados e o Distrito Federal deram início na manhã de hoje à aplicação do imunizante produzido pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório Sinovac.

 Assim, todos os estados do Brasil já começaram a vacinação contra a covid-19. Durante a manhã de hoje, Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Distrito Federal, Pará, Paraíba, Sergipe, Rio Grande do Norte, Rondônia e Roraima marcaram o início da imunização em cerimônias em suas respectivas capitais. No domingo (17), São Paulo aplicou a primeira dose no Brasil. 

Ontem, outros estados também começaram a vacinação. A entrega das vacinas foi iniciada na manhã de ontem, após aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), no dia anterior, para o uso emergencial das vacinas da Sinovac e da AstraZeneca, no domingo.

Saúde alerta sobre ligações e SMS falsos de cadastro para vacinação

  • Agência Brasil
  • 19/01/2021 16:50
  • Brasil/Mundo
Foto: Agência Brasil
Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde não liga e não envia SMS para que os cidadãos se cadastrem para tomar a vacina contra covid-19. O alerta foi feito pela pasta em 14 de janeiro, em nota e nas redes sociais oficiais.

As ligações do tipo são golpe com objetivo de clonar aplicativos de mensagem, alertou o ministério. A pasta reiterou que não faz agendamento de vacinação, não solicita dados das pessoas nem envia quaisquer tipos de códigos para usuários do sistema de saúde.

Nas ligações, os golpistas tentam extrair dados pessoais com promessas de agendar a vacinação. Numa das modalidades, pede-se que seja confirmado um código enviado por SMS, que dá aos golpistas acesso ao aplicativo de mensagens do dono do celular.

“O Ministério da Saúde não telefona para marcar vacinação e jamais pede esse tipo de confirmação de dados”, afirmou a pasta.

Se alguém receber ligações ou mensagens pelo celular com promessa de agendamento e solicitando dados pessoais ou outras informações, a orientação do Ministério da Saúde é que a pessoa não forneça qualquer dado e denuncie a autoridades competentes.

A vacinação contra covid-19 já começou em maior parte do país, após a distribuição de um primeiro lote de 6 milhões de doses. A autoridades sanitárias alertam, no entanto, que neste primeiro momento somente públicos prioritários estão sendo imunizados.

A definição cabe a cada unidade da federação, mas em geral têm sido priorizados trabalhadores de saúde na linha de frente e idosos em casas de repouso. Por esse motivo, neste momento, “a população geral não deve procurar os postos de saúde”, frisa o Ministério da Saúde.

 

São Paulo

O governo de São Paulo também fez alertas contra sites falsos de cadastro para vacinação e confirmou a veracidade de seu próprio site, o Vacine Já, no qual cidadãos e cidadãs podem fazer um pré-cadastro para a imunização.

A iniciativa busca agilizar a coleta de dados e não realiza agendamentos, informou o governo de São Paulo. São pedidos dados como telefone, e-mail, endereço e data de nascimento. O cadastro completo será concluído no momento da vacinação.

Índia inicia exportação de vacinas, mas ignora Brasil

  • Terra
  • 19/01/2021 15:25
  • Brasil/Mundo
Foto: EPA / Ansa

O governo da Índia divulgou nesta terça-feira (19) um comunicado no qual anuncia o início das exportações de vacinas anti-covid produzidas no país, mas não cita o Brasil entre os destinos dos imunizantes.

A nota foi publicada pelo Ministério das Relações Exteriores indiano e diz que o governo recebeu "vários pedidos de fornecimento de vacinas".

"Em resposta a essas solicitações e mantendo o compromisso de usar a produção da Índia para ajudar a luta humanitária contra a pandemia, o fornecimento para Butão, Maldivas, Bangladesh, Nepal, Myanmar e Seychelles vai começar em 20 de janeiro", diz o comunicado.

A chancelaria ainda afirma que aguarda "necessárias liberações regulatórias" do Sri Lanka, do Afeganistão e das Ilhas Maurício. O governo brasileiro já anunciou a importação de 2 milhões de doses da vacina de Oxford produzidas na Índia, mas Nova Délhi ainda não confirmou a venda.

O Ministério da Saúde chegou a preparar um avião para buscar a carga na Índia e disse que as doses poderiam chegar ainda nesta semana, porém o comunicado do Ministério das Relações Exteriores do país asiático não cita o Brasil em nenhum momento.

"Tendo em vista as exigências internas, a Índia vai continuar fornecendo vacinas contra a Covid-19 para países parceiros nas próximas semanas e meses, de forma escalonada. Será garantido que os fabricantes locais tenham estoques adequados para atender às necessidades domésticas", acrescenta a nota.

Devido à demora na liberação das 2 milhões de doses da vacina de Oxford pela Índia, o governo federal teve de iniciar o programa nacional de imunização com a CoronaVac, a qual o presidente Jair Bolsonaro sempre tentou desacreditar.

Pará entra em colapso por falta de oxigênio

  • Terra
  • 19/01/2021 15:16
  • Brasil/Mundo
Foto: Marx Vasconcelos / Futura Press

Pelo menos seis pessoas morreram nas últimas 24 horas por asfixia no município de Faro, no Pará, segundo a prefeitura da cidade. A realidade no local é de colapso na área da saúde com a falta de oxigênio, leitos e medicamentos para os pacientes em tratamento da covid-19. O município fica na divisa com o estado do Amazonas.

A situação mais preocupante é na comunidade de Nova Maracanã, onde pelo menos 34 pacientes estão hospitalizados. A situação também atinge as cidades vizinhas de Terra Santa (PA) e Nhamundá (AM).

Na manhã desta terça, 19, o prefeito Paulo Carvalho conseguiu comprar 20 balas de oxigênio na cidade de Santarém (PA). Além de Santarém, Faro também costuma comprar suprimentos de oxigênio em Manaus, no Amazonas. "Ambas as cidades estão em crise. A demanda é maior que a quantidade, porque a produção está comprometida", diz, referindo-se à crise na empresa White Martins, fornecedora de oxigênio hospitalar na região oeste do Pará.

Prevendo o aumento de casos da doença, a prefeitura local triplicou o número de leitos, passando de 6 para 30. Segundo o médico da Unidade Básica de Saúde de Faro, Yordanes Peres, o oxigênio recebido hoje garante apenas dois dias de tratamento dos pacientes internados. "Nós estamos vivendo uma crise, na contramão para tentar salvar vidas. Estamos trabalhando 24 horas para isso", explicou.

Na semana passada, o Governo do Pará proibiu a circulação de embarcações vindas do Estado do Amazonas em território paraense. O fechamento da fronteira segundo o governador Helder Barbalho foi uma medida preventiva para evitar o contágio pela covid-19.

Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) informou que no Pará duas empresas são responsáveis pelo fornecimento de oxigênio, White Martins e Air Liquide. Somente a empresa White Martins produz atualmente 58 mil m3 por dia, quantidade suficiente para o abastecimento de todo o Estado. A Sespa esclarece, ainda, que é responsabilidade das secretarias municipais de Saúde a manutenção de contratos e a aquisição do produto para abastecimento local.

Covid-19: Brasil passa das 210 mil mortes causadas pela pandemia

  • Notícias ao Minuto
  • 18/01/2021 20:53
  • Brasil/Mundo
Foto: © .
Exame para detectar a Covid-19

O Brasil passou das 210 mil mortes ocasionadas pela pandemia do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde registraram 452 óbitos pela Covid-19. Com isso, o total de mortes chegou a 210.299. Há 2.766 óbitos em investigação por equipes de saúde.

A atualização da situação de casos e mortes causados pela pandemia foi divulgada pelo Ministério da Saúde na noite desta segunda-feira (15).

A contabilização de pessoas infectadas desde o início da pandemia alcançou 8.511.770. Entre ontem e hoje, foram acrescidos às estatísticas 23.671 novos diagnósticos positivos.

Ainda há 849.424 pessoas com casos ativos em acompanhamento por profissionais de saúde e 7.452.047 pessoas já se recuperaram da doença.

Em geral, os registros de casos e mortes são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras, os totais tendem a ser maiores pelo acúmulo das informações de fim de semana que são enviadas ao Ministério da Saúde.

Estados

Na lista de estados com mais mortes o topo é ocupado por São Paulo (49.987), Rio de Janeiro (27.805), Minas Gerais (13.483), Ceará (10.223) e Pernambuco (10.031). As unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (811), Acre (837), Amapá (1.005), Tocantins (1.316) e Rondônia (2.031).

São Paulo também lidera no número de casos, com 1.628.272 casos registrados desde o início da pandemia, seguido de Minas Gerais (646.091) e Santa Catarina (543.389). Os estados com menor número de casos são Acre (44.775), Roraima (71.065) e Amapá (73.626).

Ministro da Saúde fala sobre vacinação contra covid-19

  • Agência Brasil
  • 17/01/2021 17:46
  • Brasil/Mundo
Foto: Reuters

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, concede entrevista, neste momento, sobre a vacinação contra a covid-19 no país. A coletiva é no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Rio de Janeiro.

Neste domingo (17), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou o uso emergencial no país das vacinas CoronaVac, do Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e da AstraZeneca, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o consórcio Astrazeneca/Oxford. A reunião durou cerca de cinco horas.

No caso da CoronaVac, a taxa de sucesso na prevenção da doença em relação ao grupo que tomou placebo (medicamento inócuo) atingiu 50,39%, segundo a agência. Para a AstraZeneca, a Anvisa confirmou a eficácia global do imunizante em 70,42%.

O Ministério da Saúde afirmou que após a aprovação da Anvisa, o início da vacinação pode ocorrer em até cinco dias. A previsão é de que o processo possa começar no dia 20 ou 21 de janeiro.

Enfermeira foi a primeira pessoa a ser vacinada contra a Covid-19 no Brasil, após aprovação

  • Redação*
  • 17/01/2021 15:47
  • Brasil/Mundo

A primeira pessoa a receber uma dose da vacina CoronaVac, logo após Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizar o uso emergencial, é mulher, negra e enfermeira do Hospital Emílio Ribas. Ela está há oito meses na linha de frente do combate ao coronavírus

Trata-se da enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, moradora de Itaquera, com perfil de alto risco para complicações da covid-19. Ela é obesa, hipertensa e diabética.

Apesar de se enquadrar nessas condições, em maio do ano passado, no auge da primeira onda da doença, ela se inscreveu para vagas de CTD (Contrato por Tempo Determinado), escolhendo trabalhar no Emílio Ribas, no epicentro do combate à pandemia.

 

*Com Terra