O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) ampliou duas apurações envolvendo a Unimed Maceió. Os casos tratam de uma possível negativa de cobertura integral a crianças com deficiência e de supostas irregularidades na assistência obstétrica prestada pelo hospital da operadora.
As informações foram divulgadas no Diário Oficial do órgão de controle nesta sexta-feira (6).
No primeiro procedimento, a reclamação foi apresentada por representantes de crianças com deficiência. A publicação não informa quais tratamentos teriam sido negados nem quantos pacientes foram atingidos.
A representante de uma das crianças terá cinco dias para se manifestar sobre a resposta apresentada pela empresa.
A segunda apuração envolve o atendimento obstétrico do Hospital Unimed Maceió. Uma audiência entre as partes foi marcada para 19 de novembro, às 11h, na Promotoria.
Os dois procedimentos são conduzidos pelo promotor Max Martins de Oliveira e Silva, da 3ª Promotoria de Justiça da Capital. As possíveis irregularidades ainda não foram confirmadas.
