Um policial militar pernambucano foi preso na manhã desta quarta-feira (28) durante uma operação integrada entre as forças de segurança de Alagoas e Pernambuco.
O militar, que não foi identificado, tem 40 anos e é apontado como suspeito de envolvimento em crimes de extorsão mediante sequestro e duplo homicídio. O alvo foi localizado e capturado no município de Arapiraca, no Agreste alagoano, durante a deflagração da Operação Cacto.
A ação de âmbito interestadual ocorreu de forma simultânea nos estados de Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte.
De acordo com o delegado Matheus Enrique, a participação do aparato alagoano integrou o esforço logístico e operacional de cooperação entre as instituições policiais.
"A Polícia Civil do Estado de Alagoas participou da Operação Cacto, que é uma operação coordenada pela Polícia Civil do Estado de Pernambuco", destacou a autoridade policial, ressaltando que a mobilização atinge diversos estados nordestinos.
"Aqui na cidade de Arapiraca, demos cumprimento a um mandado de prisão temporária em favor de um policial militar do Estado de Pernambuco pela prática do crime de extorsão mediante sequestro e duplo homicídio consumado", pontuou o delegado.
Durante o cumprimento da ordem judicial, as equipes realizaram a aproximação tática e a verbalização no endereço do suspeito, que não ofereceu resistência à abordagem.
Além do mandado de prisão, os policiais cumpriram mandado de busca e apreensão no local, resultando na localização e recolhimento de uma pistola calibre .380, além de munições e carregadores.
Após a formalização dos procedimentos legais na Delegacia Regional de Arapiraca, o preso permaneceu sob custódia e será transferido para o Centro de Reeducação da Polícia Militar de Pernambuco, onde ficará à disposição da Justiça pernambucana para o prosseguimento das investigações conduzidas pela PCPE.
No território alagoano, a diligência foi executada por meio de uma atuação conjunta entre a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) e a 4ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Arapiraca, sob a coordenação dos delegados Edberg Oliveira e Matheus Enrique.
A operação também contou com o apoio tático da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Polícia Militar de Pernambuco.
