Salvo uma mudança de rumo, com a redução drástica das emendas parlamentares – que podem chegar a R$ 61 bilhões este ano -, os atuais deputados reeleitos já serão favoritos no próximo pleito.

A mudança parece muito pouco provável, e o “bem bom” vai continuar valendo para os vencedores e para os vencidos.

Esse modelo de “financiamento” das campanhas eleitorais vai se consolidando a cada pleito, sem que os cidadãos possam opinar se o consideram saudável.

Lula afirma que ouvirá mais a população no novo mandato, e creio que este tema deva discutido abertamente.

Até porque é muita grana na mão dessa turma, embalando o “me engana que eu gosto”.

Detalhe: esse modelo repercute aqui, no orçamento estadual.

Quem vai topar enfrentar essa dura verdade?