O blog foi quem primeiro deu a notícia de que Otávio Lessa se aposentaria este ano, para dar a vaga a Paulo Dantas no Tribunal de Contas.

Também apresentou a troca da cadeira de conselheiro pela presidência da ARSAL.

Tudo isso é bobagem, até cabotinismo, se assim quiser o leitor ou a leitora.

Se nada disso é novidade, menos ainda surpreende que isso não provoque a indignação de quase ninguém, nem da própria Assembleia, que hoje trata da questão, como também de partidos e instituições de fiscalização.

É jogo jogado.

Pois bem, arrisco mais uma: o futuro presidente da ARSAL será tão rigoroso (durão) na ARSAL quanto tem sido como conselheiro do palácio de vidro da Fernandes Lima.

Raciocinando como pobre ou remediado, imagino que às vezes perder alguma coisa pode ser a conquista de algo superior, aquilo que fica como legado – pelo menos para os mais próximos.