Segundo as últimas publicações, em o Globo e no Metrópoles.
A negociação era direta, com a cúpula dos dois veículos, segundo a apuração da PF: com o diretor-geral do Grupo Globo, já demitido, e com a CEO do Grupo Metrópoles (ela nega). A IstoÉ também estaria no pacote vorcariano-jornalístico.
Cabia ao banqueiro “supremo” definir matérias e cortes em reportagens que lhe interessavam nos veículos comandados pelos citados (segundo a PF).
Não guardo ilusão quanto a isso, mas confesso que nunca tinha visto algo tão escancaradamente desrespeitoso com os profissionais de empresas tão grandes.
