Muito dificilmente, Dantas deixará para o seu sucessor a “privatização” da Ceasa, apesar os protestos dos comerciantes que ocupam seus espaços por lá.
O governador já mostrou que não tem medo de mobilizações fora dos grupos políticos profissionais, basta lembrar seu embate com os professores.
Dois fatos: o que ocorrerá, na verdade, é uma “concessão onerosa,” por 30 anos, sem transferência de patrimônio da empresa.
Mais: a Ceasa, garantem os governistas, só dá prejuízo aos cofres públicos - mas também tem um papel econômico e social.
