E não são poucos.
Há uma convicção no meio político de que o deputado Ronaldo Medeiros será o mais votado da federação que tem o PT, o PV e o PC do B.
Mas aí vem o problema: quem deve ser o segundo ou até o terceiro, os potenciais eleitos nas legendas mais à esquerda em Alagoas (sem contar a UP, é claro)?
E aí está o problema da montagem de chapa, que teve a participação direta do governador Paulo Dantas, que não faz muita diferença entre os novos e os velhos petistas.
O senso comum aponta que Marcos Barbosa, Breno Albuquerque, filiados este ano à legenda lulista, além de Silvio Camelo do PV podem estar na frente de Judson Cabral, Teca Nelma e outros nomes novos, que têm a marca petista e que estão na disputa.
O drama?
Vale correr o risco e ajudar a eleger candidatos sem qualquer relação com o Partido dos Trabalhadores?
É de lembrar que sem eles, provavelmente, o PT só elegeria um deputado – Ronaldo Medeiros.
Convenhamos: é quase uma dúvida filosófica.
