Eis um jogo de possibilidades que pode ganhar corpo nessa reta final da campanha em Alagoas.
A pergunta que está na pauta: quem pode e quem não pode votar em Lula por aqui?
De pronto: a direita e sua extrema, por extensão óbvia, já que têm um candidato na disputa: Bolsonaro filho?
A esquerda de fato, que no estado poderia votar numa candidata a governadora com essa identidade político-ideológica, Lenilda Luna (UP), mas que parece “radical demais” para os centristas candidatos oficiais?
Ou, por outra linha de raciocínio, Lula precisa de todos os votos disponíveis e acessíveis para vencer seu adversário nacional - e não só dos candidatos que ele apoia em Alagoas (os Calheiros)?
As regras desse jogo, ao que parece, ainda não estão claramente definidas.
(Alerta: contém ironia.)
