(É claro que isso é uma provocação, ainda que com uma boa lógica.)
São os dois temas dominantes na reta final da campanha eleitoral (os outros assuntos passam rápido – chegam, causam escândalo e somem da mídia).
O STF continua cavando sua cova moral, ao adiar sem perspectiva de solução a apreciação das denúncias contra os seus integrantes.
É claro que há ministros que estão limpos nesse enredo sujo, e devem ser tratados como tal.
Já as pesquisas eleitorais estão aí para todo gosto: cada um que escolha a sua – a cada dia, a agonia e a alegria, dependendo do candidato “na frente”.
É claro que há institutos mais confiáveis, mesmo fazendo quase que uma pesquisa diária, mostrando um eleitorado confuso, contraditório, que mais parece a um paciente psiquiátrico.
Se você tem alguma empresa na qual confia mais, siga-a, mas não ache que isso é o centro da campanha eleitoral. Imagino: não se deve comparar a pesquisa de um com a pesquisa de outro - você vai se perder se o fizer.
O resto fica por conta da credulidade do brasileiro.
Mas falta pouco.