Estamos assim: os tribunais “superiores” envolvidos de cabeça na eleição presencial, com a evidente divisão dos ministros.

Poucos não estão sob suspeição - para dizer o mínimo.

Uma bagunça como nunca vista no Judiciário brasileiro, justificando a venda nos olhos da deusa Têmis - de pura vergonha.

Por aqui, o principal teatro da disputa eleitoral de Alagoas se transferiu para o TRE, onde os candidatos majoritários brigam, com ou sem razão - o que só ressalta a falta de um debate político de um nível que mereça ser assim tratado.

Uma pena!

O último a sair que não esqueça de apagar a luz. 

(Espero que na próxima tenhamos algo melhor.)