Que as narrativas da campanha política em Alagoas estão superficiais, plastificadas, rasas de conteúdo, dá pra ver de bem longe.
E chatas, muito chatas.
Histórias cheias de vazios, são elencados para criar fatos inusitados
Primeiro teve o caso do tamanho dos ‘muques’ dos cabras candidatos ( e a torcida vibra!), como se fosse um campeonato de Mister e agora, surge, essa coisa, muito bem nomeada pelo graduando de jornalismo da UFAL, PV Moura, a tal da ‘xenofobia reversa’, que, segundo alguns ‘especialistas” estão imputando a candidata mato-grossense, branca, herdeira de milhões, do centro-oeste do país, família tradicionalíssima, nas colonizadas terras de Palmares, Alagoas.
A candidata branca, milionária é uma mulher que, incontestavelmente, ocupa lugares de privilégios em terras alagoanas , um território que ainda respira, os ecos da colonização persistente e abarca, com muita gentileza e servicialismo, os que vêm de fora, principalmente se tiverem a imagem padrão.
Dizer que a candidata sofre xenofobia, nas terras de Palmares é piada de mau gosto.
Muito mau gosto!
É escancarar, que apesar dos muitos anos, pós escravidão, ainda somos reféns da Colônia que nos domina.
É subestimar a capacidade que, muitos de nós, ainda temos de interpretação de texto.
Xenofobia.
Para gente, que tá feio!
Quer saber mais?
Leia a Coluna do PV Moura:
https://www.bnewsalagoas.com.br/noticias/colunistas/amigos-de-marina-jhc-candia-criam-xenofobia-reversa-e-trabalham-pelo-esvaziamento-profundo-do-debate-politico.html
