Nas eleições de 2022, a ‘influencer’, Vanessa Silva, uma mulher carioca, negra retinta, identificou-se, sensivelmente, de corpo e alma, com as ideias esdrúxulas, do então, presidente, Jair Messias Bolsonaro, e para afirmar o pertencimento, com o homem branco, racista e misógino passou a se denominar como ‘Negona do Bolsonaro.’
Tudo lindo.
Tudo maravilhoso.
Será?
O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) proibiu, na epoca, a candidata de usar o apelido, durante a corrida eleitoral, argumentando, que o nome tinha conteúdo racista e preconceituoso.
Vanessa Silva , contra-argumentou com o TRE , dizendo que a proibiçõa era uma aberração jurídica! E, falou em perseguição da candidatura'.
Babado forte!
Estamos no ano de 2026 , quando novas eleições batem à porta, (Toc! Toc!), e , quem surge nas redes sociais, em tom lamentoso, denunciando que está sendo perseguida pelo Judiciário e pelo próprio Partido Liberal?
Acertou, em cheio.
Ela mesma, a Vanessa Silva, absurdada, incrédula , descompensada, afirmando que até a sua entrada, na sede nacional do PL foi proibida e que seguranças formaram uma barreira para impedir sua entrada.
Baita humilhação.
Enquanto, Vanessa Silva, a auto-denominada, Negona do Bolsonaro , faz elucubrações dos porquês da expulsão partidária, esta ativista, Arísia Barros, rediz que, o que, de verdade, faz falta na educação politica das gentes negras brasileiras, além da consciência racial é a interpretação de texto.
Interpretação de texto, entende?
Vanessa Silva está triste e seu grande mentor, o tal mito, que comparou o peso de quilombolas com o gado, está preso.
Calma, Vanessa.
Calma!

