A segunda fase da Operação Tríade Criminal foi deflagrada pela Polícia Civil de Alagoas (PCAL) com o cumprimento de dois mandados de prisão e três mandados de busca e apreensão contra investigados por ameaças feitas a um delegado da corporação por meio de redes sociais.

Segundo a PCAL, as ameaças ocorreram após a primeira fase da operação, realizada em fevereiro de 2026, que resultou na prisão de suspeitos de envolvimento com homicídios, tráfico de drogas e organização criminosa em Palmeira dos Índios, no Agreste de Alagoas.

A investigação teve início após a publicação de mensagens intimidatórias direcionadas ao delegado responsável pela condução da apuração. A Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol) realizou levantamentos cibernéticos para identificar os perfis envolvidos nas ameaças.

Durante as diligências, foram reunidos elementos que apontam, em tese, para a prática de crimes como associação criminosa, coação no curso do processo, tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ou porte ilegal de arma de fogo.

Ainda conforme a Polícia Civil, um dos investigados mantinha vínculo com uma torcida organizada de Alagoas, circunstância que também passou a fazer parte do contexto da investigação.

Um dos alvos foi localizado e preso no estado de São Paulo após levantamentos integrados realizados pelas Polícias Civis de Alagoas e São Paulo, com apoio da 1ª Seção de Capturas da Polícia Civil paulista.

A operação contou com a atuação da Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), do Núcleo de Planejamento Operacional (NPO/PCAL), da 5ª Delegacia Regional de Palmeira dos Índios, da Delegacia de Homicídios de Palmeira dos Índios e do Departamento de Operações Estratégicas da Polícia Civil de São Paulo (DOPE/PCSP).