Calheiros, é público e notório, tem o dom de transformar embates políticos e críticas profissionais e questões pessoais, que merecem respostas ou ataques pessoais (na visão dele).
Ao chamá-lo de “corrupto”, entre outros adjetivos nada lisonjeiros, a senadora Eudócia Caldas o fez, portanto, provar do próprio veneno.
Lembrando que na semana passada, Calheiros foi condenado pelo TRE por acusações pessoais contra Arthur Lira (ou alguém acha que chamar um adversário de “corrupto” é uma crítica política?).
Claro que a pena foi pequenininha, mas já é diferente de nada.
O caso com a jornalista Dora Kramer, que criticou o senador emedebista e foi tratada de forma abjeta por ele, continua sendo um dos episódios mais sórdidos do parlamento brasileiro em toda a sua história.
Tomara que ele não repita.
