Desde ontem circula nas redes e na imprensa, de forma geral, a informação de que o presidente da CBF, Samir Xaud, teria levado para o México e para os EUA mulheres ligadas a ele – uma delas seria a esposa (?).
A CBF bancaria a conta afetivo-sentimental.
Xaud nega que o dinheiro da entidade tenha sido usado com esse objetivo.
Ele atribui a informação a questões políticas internas, e um dos “suspeitos” de fazer circular a “notícia” - segundo o UOL - seria o alagoano Gustavo Feijó, diretor de seleções e que está por lá, nos EUA, acompanhando a turma.
Feijó, político experiente , que já foi ligado aos Calheiros e a João Beltrão – hoje é mais próximo a Arthur Lira -, nega qualquer participação no episódio.
Na CBF, como se pode observar, a briga também é de foice em noite escura, mesmo numa entidade tão acostumada a escândalos de todo tipo e magnitude.
