Com estrutura quase sempre montada pelos prefeitos, que garantem o público e as declarações de amor aos seus candidatos, a campanha eleitoral de Alagoas virou uma grande festa do interior, ante a tolerância da Justiça Eleitoral.

Só que os candidatos , apresentados como os “prés”, evitam chegar a Maceió, onde é mais difícil e mais cara essa mobilização das multidões de plástico – como as chama o Carlinhos do Cadaminuto.

É uma questão de custo, também, mas não só isso: a reação dos eleitores pode ser uma bomba para o candidato amado.

Esclareço:  uma vaia ou outra manifestação mais hostil pode entrar nas redes – e até o peixe pode se afogar.