Até no estado de Rio de Janeiro, que não parece servir de exemplo para nenhum outro do Brasil, as instituições estaduais – polícia, Ministério Público e Justiça – atuam em casos de corrupção envolvendo autoridades locais (de lá).

Por óbvio, fica a pergunta: por que em Alagoas só as instituições federais investigam e adotam medidas coercitivas contra dirigentes de instituições que podem estar envolvidas em falcatruas?

Só para citar dois casos: a Sesau, onde teria ocorrido um desvio de R$ 100 milhões,  e a Polícia Civil, cujo delegado geral é suspeito de integrar um esquema de fraudes em concursos públicos.

Lembrando que as instituições estaduais custam caro ao bolso do contribuinte, mas parece não terem satisfações a dar ao cidadão comum, os mais afetados pelas tramas e omissões.

Onde anda a “valentia”?