E está claro:

- A primeira é uma luta para ser confirmado candidato ao Senado.

A questão é que a sua legenda, o Republicanos, só estará garantida em agosto, caso a direção nacional não se entregue às pressões dos locais com força e prestígio lá em Brasília.

Davi Davino tem sido atacado pelos seus adversários mais poderosos, que têm relação próxima com o presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira, enquanto ele é novato nessa “amizade sincera”.

Até agora Pereira não cedeu, mas o tempo joga a favor dos que tentam impedir a candidatura de Davino.

A segunda eleição? 

- É a do voto, e dessa eu não tenho medo. O povo está caladinho, mas doido para dar uma resposta nas urnas.

Que ninguém se engane: Davi Davino é, sim, um candidato competitivo, e se não tem a grife dos Calheiros e dos Lira, traz no currículo uma vitória esmagadora em Maceió sobre Renan Filho, na eleição passada.

Isso, por si só, explica o esforço para tirá-lo da disputa ao Senado este ano.