Quem tem mais podres?
Esta pode ser a pergunta que resume, pelo menos até agora, a campanha eleitoral majoritária em Alagoas.
Tirando as dancinhas e as manifestações do ridículo a que chegam homens maduros (?), deixando a descendência o constrangimento de ter de explicar de onde e de quem veio, o que sobra é a mais pura podridão.
Um grupo, e nem sempre de forma direta, o que é ainda pior, usa dos mesmos subterfúgios dos adversários para tenta provar que “o outro é pior”.
E aí não tem jeito: ao eleitor mais racional fica a conclusão: ninguém presta para valer.
Mas escolher é preciso, porque se você não fizer, alguém fará por você.
