O disse, não disse; o foi, não foi; o sou, não sou, dos filhos de Bolsonaro já pode gerar um outro enredo cinematográfico sobre a família.
A história repete a máxima que diz que uma mentira sempre exige outra mentira para se sustentar.
E aí já não há mais ponto de chegada possível que não o da mentira final, descarada e desmascarada.
A inicial partiu de Flávio, o escolhido do clã para representar seu grupo na disputa presidencial.
Foi quando veio à tona a sua gravação com o “irmãozão” Vorcado, o capo do Master:
- Isso é mentira. De onde você tirou isso?
Foi a resposta dele à jornalista que lhe indagou sobre o “financiamento” do filme paterno.
Horas depois, sorriso amarelo, admitiu, mas ressaltou que o dinheiro era “privado”. Quem era o dono?
O irmão Eduardo, o da MAGA, entrou na história depois, também montado na mentira. Vai tentando se corrigir, lá dos EUA, onde o fundo criado pelo seu advogado comprou uma casa por mais de R$ 3 milhões.
Como qualquer filme policial a expectativa é saber qual será o fim do bandido.
