Que se estanque a hipocrisia no nascedouro.
Ninguém diz que o dinheiro do banqueiro mafioso Daniel Volcaro é limpo, ainda que seja apresentado como “privado” para a opinião pública.
Seu dinheiro, cada dia fica mais claro, tomado de aplicadores e órgãos públicos, se suja rapidamente quando chega a suas mãos.
Ninguém, em Brasília, próximo ao poder – no governo ou na oposição – pode dizer que ignorava as falcatruas do banqueiro, apontado até pelos colegas como personagem abjeto.
Negar isso é, tão somente, assinar um atestado de cínico.
Aqui vai um desafio: os que o receberam, coragem, olhem para a mão e vejam se ela não está manchada com a marca da vergonha.
