Ao defender o presidenciável e presidente do seu partido Alfredo Gaspar, assim me parece, renuncia a tudo que não for bolsonarista.
Lembrando que não apenas essa turma demonstra intenção de lhe dar o voto, em outubro.
Outros, cansados de Calheiros e Liras, assim como defensores da mão pesada contra os criminosos da periferia, também se mostram dispostos a votar nele para o Senado.
Sua defesa do cinematográfico Flávio Bolsonaro – “um homem de bem” – pode restringir esse eleitorado.
Gaspar sabe disso, mas parece disposto a encarar a encrenca volcárica.
Como toda aposta, é um risco - mas cada um joga o jogo que gosta.
