O Espaço Ubuntu, instalado  na Biblioteca Pública Graciliano Ramos é  uma iniciativa inédita  do Instituto Raízes de Áfricas articulada,  com o compromisso institucional do Governo do Estado, através da SECULT, a  Secretaria de Estado da Cultura.

Foi em agosto de 2016 que o  Espaço Ubuntu, ( Eu sou, porque nós somos), destinado para  guarda, preservação  e disseminação da memória produzida sobre a literatura negra foi inaugurado.

Teve muita gente legal presente, afinal, era uma forma de ocupação histórica e como afirmou esta ativista, Arísia Barros : "A falta de conhecimento torna o racismo arrogante!"

E, assim, é cada vez mais importante estabelecer políticas de acesso para fornecer uma base sólida de  conhecimentos. 

É esse o objetivo do Espaço.

Mas, durante uma lacuna de tempo, o Ubuntu  foi entregue à sua própria sorte. Faltou cuidados institucionais.

E esta ativista, como controle social, fez solicitações à  gestora Mellina Freitas da Secult e que bom, a solicitação teve escuta e resolução.

E, daí, o Espaço Ubuntu recebeu uma nova repaginada.

Ficou bem  legal!

O ruim é que o Instituto Raízes de Áfricas, como propositor da política, sofreu apagamento nessa história..

E, como estamos completando 10 anos em agosto, esta ativista propõe a aposição de uma placa com os dados da inauguração.

Que tal?

 Com a revitalização do Espaço Ubuntu, o  Governo do Estado de Alagoas, através da Secult, atendeu a solicitação desta ativista.

 Que bom!

Obrigada, secretária Mellina Freitas.

Valeu, Mira Dantas!