Adriana Capretz, professora da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) , é autora do livro Sereias Alagoanas – Histórias de mulheres que encantam, uma obra, segundo Capretz, que vai além do imaginário, faz parte da identidade de estado.
-A gente precisa estudar as nossas mulheres, a contribuição delas. O protagonismo feminino, em Alagoas é incrível, e isso merece registro.- afirma
Marília Albuquerque, advogada e musicista exerce o cargo de secretária da mulher e do estado de Alagoas, e, buscando discutir a inclusão de gênero, em contraponto a invisibilidade das vozes femininas, no contexto social se reuniu, na quarta-feira, 15, gabinete da Semu, com a professora Adriana Capretz , da UFAL.
Tendo como pauta a importância da representatividade feminina e reconhecimento das contribuições femininas e o relevante papel que desempenham no construto social, o diálogo entre a gestora e professora fez surgir a proposta de institucionalização de uma ação plural e como eco da pluralidade e diversidade das vozes femininas das Alagoas.
Presente a superintendente de Políticas para a Mulher da Semu, Izabelly Keline afirmou da importância da ação.
Articulada por esta ativista, Arísia Barros, coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, a reunião permitiu a construção de novos diálogos, ressaltando a luta por espaço e reconhecimento , das mulheres em toda sua diversidade, na sociedade.
Protagonismos!
Que bom!



