O calor nas bandas de cá está fácil não, termômetros marcando 32 graus, em um dia qualquer do mês de  março e  tem causado desconfortos térmicos intensos, que por sua vez, afetam o bem estar geral do organismo.

Agora imagine estudantes, jovens em ebulição, cheios de energia  ( um monte) dentro de uma sala de aula, vestindo fardas de tecidos irrespiráveis, com ventiladores velhos, barulhentos e na maioria das vezes cheios de teias de longos tempos sem limpeza?

Quem consegue se concentrar?

Essa é uma realidade, em diversas escolas públicas de Alagoas e ainda vem pior.

Tem algumas escolas que falta   água potável, tipo água de beber, os banheiros são inadequados, carteiras quebradas, enfim, a estrutura caótica  denunciam estudantes da Escola  Estadual Guiomar de Almeida Peixoto, no bairro da Ponta Grossa, dentre outras no bairro do Vergel do Lago e até, em Arapiraca que é o caso da Escola Estadual Manoel Lúcio da Silva, , etc.

E, em outra escola surgem enxurradas de  denúncias dizendo da perseguição dos adultos que comandam a instituição, visando coibir os protestos da juventude.

Stalker pedagógico?

O movimento estudantil é crescente e, ao mesmo tempo , muito  importante, porque esses meninos e meninas estão vivenciando uma forma legítima de fazer política, nos territórios, criando narrativas de lutas para reivindicar  a garantia dos  direitos básicos de aprendizagem e ensinando a gestor@s públicos que a escola deve ser um local bom, aprazível e acolhedor.

Por que a  secretária de estado da educação, em Alagoas, Roseane Vasconcelos  não agenda uma escuta com o movimento estudantil?

É tão difícil assim

Ai, que calor!