O calor nas bandas de cá está fácil não, termômetros marcando 32 graus, em um dia qualquer do mês de março e tem causado desconfortos térmicos intensos, que por sua vez, afetam o bem estar geral do organismo.
Agora imagine estudantes, jovens em ebulição, cheios de energia ( um monte) dentro de uma sala de aula, vestindo fardas de tecidos irrespiráveis, com ventiladores velhos, barulhentos e na maioria das vezes cheios de teias de longos tempos sem limpeza?
Quem consegue se concentrar?
Essa é uma realidade, em diversas escolas públicas de Alagoas e ainda vem pior.
Tem algumas escolas que falta água potável, tipo água de beber, os banheiros são inadequados, estrutura caótica denunciam estudantes de uma escola no bairro da Ponta Grossa.
E, em outra escola surgem enxurradas de denuncias dizendo da perseguição dos adultos que comandam a instituição, visando coibir os protestos da juventude.
Stalker pedagógico?
O movimento estudantil é crescente e, ao mesmo tempo , muito importante, porque esses meninos e meninas estão vivenciando uma forma legítima de fazer política, nos territórios, criando narrativas de lutas para reivindicar a garantia dos direitos básicos de aprendizagem e ensinando a gestor@s públicos que a escola deve ser um local bom, aprazível e acolhedor.
Por que a secretária de estado da educação, em Alagoas, Roseane Vasconcelos não agenda uma escuta com o movimento estudantil?
É tão difícil assim?
Ai, que calor!
