Alagoas não registrou nos primeiros meses de 2022 nenhum caso de violência contra liderança política, segundo o levantamento da Violência Política e Eleitoral do Observatório da Universidade Federal do Rio de Janeiro que divulgou na segunda-feira (11) o boletim.
De acordo com os critérios do Observatório, são levados em conta pessoas que têm ou já tiveram cargos eletivos, bem como candidatos, pré-candidatos, ex-candidatos e ocupantes de funções em cargos públicos, como ministros, assessores e secretários.
Alagoas é um dos quatro estados que não registraram esses casos de violência política. A violência política é caracterizada por ameaças, agressões, homicídio, atentado, homicídio de familiar, sequestro e sequestro de familiar.
No entanto, em todo o país, a violência política cresceu. O Brasil registrou 214 casos nos primeiros seis meses de 2022. O número é 32% maior que os 161 episódios registrados no primeiro semestre de 2020, último ano eleitoral.
Apesar do crescimento no comparativo entre os semestres dos dois anos eleitorais, o último trimestre (entre abril e junho) de 2022 registrou queda de 10% no número de ocorrências no comparativo com os três primeiros meses deste ano.
