Ricardo Mota
Ricardo Mota

Cresce a tensão entre os grupos rivais na Assembleia e ruptura é inevitável

Ricardo Mota|
Assembleia Legislativa de Alagoas
Assembleia Legislativa de Alagoas / Foto: Arquivo/Cortesia

Desde que começou a batalha do tampão no campo do Judiciário que os grupos rivais na Assembleia não dialogam.

O que sempre foi raro na atual legislatura, marcada pela tolerância de parte a parte.

E quanto mais demora o embate no território que, em tese, não é o da política, mais se afastam os lados em oposição. Nada sinaliza que a convivência na Casa de Tavares Bastos volte a ser igual  ao que era antes de Renan Filho deixar o governo e a confusão na sequência.

Quem acompanha o dia a dia dessa guerra de guerrilha pode observar que os sentimentos de repulsa – sendo generoso – vão crescendo, principalmente entre os governistas, que se sentem injustiçados e já não admitem nem mesmo os erros que cometeram (confirmados pelo ministro Gilmar Mendes).

Para ambos os lados, “o inferno são os outros”.

Entre os oposicionistas já mora a convicção de que depois da tempestade vem mais tempestade – para eles será sentir o frio paladar da vingança.

Em tempo

Quanto ao xingamento nas redes, entre os grandes senhores da guerra, não destinem muita atenção. Cada um dos valentões fala para os seus (notem como esses “meninos” têm a coloração amarelada ao se enfrentarem virtualmente).

SOBRE O AUTOR

Jornalista, escritor e músico.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Cada Minuto ou de seus colaboradores. Para maiores informações, leia nossa política de privacidade.

Todos os direitos reservados