O presidente do Branco do Brasil, Fausto Ribeiro, deve ser convocado pelo Senado para esclarecer as declarações de que a instituição bancária  “trava” empréstimos a governos de estados não aliados ao governo de Jair Bolsonaro.

O senador por Alagoas, Renan Calheiros, comentou sobre o caso, que veio a tona após uma matéria do Jornal Folha de São Paulo, publicada no último domingo (30). Em suas redes sociais, Renan disse que a instituição pertence ao povo brasileiro, que não é propriedade privada e que o próprio nome já a identifica desta forma.

O nome diz tudo: Banco do Brasil. É uma Instituição centenária, pertence ao povo brasileiro e não é propriedade privada de gestores politicos e ruins. Vou convocar o presidente do banco para explicar a discriminação a governadores não aliados, enquanto o STF e o TCU apuram o caso.", postou o senador alagoano, com prints das matérias jornalisticas.

 

O Governo de Alagoas entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) após o BB ter suspendido as negociações de um empréstimo de R$ 770 milhões. Segundo a Folha de São Paulo,  há outros estados do país que também tiveram negociações travadas pela instituição.

O Banco do Brasil nega as acusações e, em nota, afirma que “toda contratação de operações para o setor público segue estritamente as exigências legais dos órgãos reguladores, a avaliação de crédito e os interesses negociais do BB”, diz o banco o texto.

Segundo a Revista Fórum, o Tribunal de Contas da União (TCU) abriu investigações para apurar as denúncias.