O Ministério da Saúde divulgou hoje que o Brasil registrou 1.092 novas mortes causadas pela covid-19 nas últimas 24 horas. A última vez que o país chegou a marcar mais de 1.000 óbitos provocados pela doença havia sido em 30 de setembro, quando somou 1.031 mortes em 24 horas.

 Agora, o total de óbitos desde o início da pandemia subiu para 184.827. O estado de São Paulo voltou a atualizar seus dados um dia após alegar 'problemas técnicos' no acesso ao sistema do ministério.

De ontem para hoje, houve 69.826 diagnósticos positivos para o novo coronavírus em todo o país. Desde o começo da pandemia, o Brasil chegou a 7.110.434 casos confirmados da doença. 

De acordo com o governo federal, 6.177.702 pessoas se recuperaram da covid-19, com outras 747.905 em acompanhamento.

Ministro diz que rede privada terá vacina após SUS ser atendido

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse hoje (17) que a rede privada do país terá acesso às vacinas contra a covid-19, mas após o SUS (Sistema Único de Saúde) atender a população no Plano Nacional de Imunização.

O governo Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou ontem um plano para vacinar a população. Até agora, o país ainda não assinou contrato de compra com nenhuma empresa ou laboratório que produza os imunizantes — apenas de intenção. 

Nesta quinta (17) o Ministério da Saúde reafirmou que não há data definida para o início da vacinação em território nacional. 

"Ontem, conversando com uma pessoa do Congresso sobre a saúde privada e a possibilidade de ser comprada pela saúde privada, sim, [será] autorizada por nós a partir do [momento] que a gente já tenha cumprido, do que a gente precisa receber", disse Pazuello em audiência no Senado para discutir a vacinação.

O ministro disse que a prioridade é para atendimento via SUS, que é gratuito à população.