O senador Fernando Collor de Mello (PTB), afirmou, através da rede social, que está novamente pronto para enfrentar e provar que não tem nada a ver com o esquema criminoso.

De acordo com as investigações, Fernando Collor é suspeito de receber cerca de R$ 3 milhões de propina, oriundos de uma negociação realizada com a BR Distribuidora. 

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, relator do inquérito da Operação Lava Jato, determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do político.

O ministro ainda determinou a quebra de sigilo bancário de 12 empresas, como o jornal Gazeta de Alagoas e a TV Gazeta de Alagoas, de propriedade da família.

O senador foi mencionado pelo doleiro Alberto Youssef em um de seus depoimentos em delação premiada à PF.

Youssef disse que foram efetuados depósitos na conta de Collor, a pedido de Pedro Paulo, ex-ministro e dono de uma empresa que fechava acordos com a Petrobras. O Ministério Público Federal constatou comprovantes de depósitos durante buscas na casa do doleiro, de aproximadamente R$ 50 mil.

*colaborador