A população de Arapiraca e mais 10 cidades da Região Metropolitana do Agreste (RMA) que estão sendo abastecidas com a antiga adutora  estão sofrendo com a constante falta de água. Há mais de uma semana que o sistema de abastecimento através da CAB – Agreste e Casal está inviabilizado. Diante do grave problema os vereadores confirmaram que vão cobrar dos dirigentes da CAB Águas do Agreste S.A., uma explicação sobre a falta de água em parte no município.

De acordo com o vereador Moisés Machado (PSD), a Câmara Municipal de Arapiraca, já realizou EM 2013, audiências públicas com os dirigentes da Casal, quando na oportunidade, o então presidente da estatal, Álvaro Menezes, compareceu para falar sobre a Parceria Público Privada (PPP) para construção da nova adutora do Agreste, atendendo a um convite do vereador Ronaldy Vital Rios (Pros)

Para Moisés Machado, a população não pode ser penalizada por um problema entre a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) e o proprietário da fazenda Santa Fé, Silvio Menezes onde está a estrada de acesso a Estação de Tratamento no morro do Gaia em São Bráz. O impedimento da circulação dos técnicos para o procedimento do tratamento da água está sendo o entrave no abastecimento de água para a cidade.

“As reclamos da população são constantes, que não suporta mais tanto sofrimento com a falta de um produto essencial para a vida humana, como a água”, desabafou Moisés Machado.

Em acordo com todos os vereadores arapiraquenses, a presença dos dirigentes da CAB e diretores da CASAL, deverá acontecer logo após o Carnaval, quando o Poder Legislativo, vai fazer o convite oficial aos diretores das empresas responsáveis pelo abastecimento de água no município arapiraquense no objetivo de uma solução para o grave problema.

De acordo com o coordenador de produção da Casal, Marcos Costa, o transporte do material químico para o tratamento via rio São Francisco está praticamente impossível em razão da baixa vazão do rio e o volume dos produtos. O local da estação também é de difícil acesso através de uma ladeira muito íngreme. Enquanto isso a população paga por uma prestação de serviço que não está sendo honrado pela CAB-Casal, explicou Moisés Machado. ,