As mudanças no secretariado de primeiro escalão e fusão de secretarias como forma de contenção de despesas implantadas pela prefeita Célia Rocha (PTB) não trarão resultados positivos. A afirmação foi feitas pela vereadora Aurélia Fernandes (PMDB) que acrescentou que “ocorreu apenas troca das cadeiras, mas o grupo é o mesmo que há dois anos vem realizando uma gestão fragilizada”.
A vereadora que ocupou por cinco anos a pasta da Saúde na gestão do ex-prefeito e atual vice-governador Luciano Barbosa (PMDB). Fernandes lamenta o fato de a crise financeira atingir o servidor público municipal efetivo que a cada mês é penalizado com a incerteza sobre a data de pagamento de seus vencimentos mensais.
A vereadora, que é assistente social graduada, em sua atuação no Legislativo defende os profissionais da área de saúde, excluídos do quadro de funcionários que atuam nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), bem como a repentina diminuição da oferta de consultas e exames destinados à população carente.
Outra reivindicação que Aurélia Fernandes é a construção das Unidades Básicas de Saúde (UBS) no conjunto Verdes Campos e João Paulo II, que estão com as obras paralisadas. A vereadora informou que as comunidades de Canafístula e Teotônio Vilela estão sendo penalizadas porque os projetos de construção das unidades foram aprovados na época quando ela exerceu o cargo de secretária municipal de Saúde, mas ainda não foram construídos pela atual gestão.
“Adotei uma postura independente na Câmara Municipal. Não estou contra ninguém, mas não posso compactuar com a negligência da administração pública em relação à saúde municipal Estou do lado de pessoas simples que diariamente necessitam de tão pouco para ter o mínimo de qualidade de vida”, completou a vereadora.
