Tá tudo ainda muito calmo nesta campanha em Alagoas. Como se o vento não soprasse no mar. Uma calmaria que dá nos nervos. É como se os candidatos estivessem adiando o início da disputa propriamente dita.
O contato com o povo, as caminhadas, os comícios, quando irão ocorrer? A conta-gotas os principais candidatos vão divulgando as suas artes de campanha. Mas ainda não chegaram às ruas, aos carros adesivados, às carreatas.
Cada vez mais as campanhas estão voltadas para serem disputadas nos programas eleitorais, debates, entrevistas, redes sociais e sabatinas. O marketing eleitoral ficou poderosíssimo. As pesquisas qualitativas são ferramentas fundamentais.
No entanto, no plano nacional o embate entre os três principais candidatos – Dilma, Aécio e Campos – vem ocorrendo já há um bom tempo. Críticas daqui, estocadas de lá, nada fica sem resposta.
Candidatos atacam e recuam. Porém, por enquanto, o confronto está limitado aos jornais e redes sociais.
A impressão que dá é que a campanha eleitoral se transformou em uma corrida para velocistas, de tiro curto, tipo 100 metros livres, e em uma novela de belas imagens, belos clipes, gente simpática e agradável.
Na campanha tudo tem solução. Tudo pode ser feito e realizado.
O mundo perfeito.
Mas onde está a campanha?
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