Perdemos, derramamos lágrimas aos milhões, indicamos culpados, mas não entramos em depressão por causa da goleada imposta pelos alemães. O futebol ensina que é preciso saber ganhar, perder e empatar para ser vitorioso. Como diz a música: “Levanta, sacode a poeira e dá volta por cima”.
É assim também na política. Imagine o que teria ocorrido se Collor, Renan, Vilela, Lula, FHC tivessem desistido da continuidade dos seus objetivos após terem sofrido derrotas que causaram feridas profundas em suas histórias políticas. Seriam perdedores. Não teriam resgatado nem reconstruído suas vidas.
É assim também na nossa vida pessoal. É assim também na história de uma nação. O Brasil pode ser e precisa ser mais do que uma Copa. Hoje somos um país melhor do que há 20, 30, 50 anos. Uma nova Copa irá ocorrer em 2018, na Rússia. Antes temos a nossa de todo dia por aqui.
As Copas sociais e políticas, que devem ser enfrentadas por todos os brasileiros. Estamos mais exigentes, enquanto sociedade estamos amadurecendo e, assim, nos descobrindo porque precisamos, todos, ter uma vida melhor.
Portanto, temos imensa responsabilidade quando votarmos, quando escolhermos os nossos representantes. Os políticos são fundamentais para que, enquanto nossos representantes, possam contribuir para colocarmos o Brasil nos trilhos, no caminho do desenvolvimento e da justiça social.
A oportunidade, mais uma, está na nossa frente. As eleições deste ano mais uma vez significam o futuro dos nossos filhos. Uma chance para evoluirmos no sentido de tomarmos a nação para a maioria do povo e não para uma minoria já tão beneficiada.
O brasileiro conquistou o mundo com a sua simpatia e calor humano nesta Copa das Copas. No campo fomos goleados. E daí. A nossa Copa verdadeira - ‘de vera’ - é a nossa realidade com o combate à corrupção, à violência, à incompetência e intolerância, enfim.
Há sempre uma luz no fim do túnel. As eleições estão aí.
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