Eleição tem cada uma. O que tem de gente contando estórias e tirando onda com os candidatos majoritários é uma farra. Apelidos ou denominações antigas como poca-urna, entre outros, todos conhecemos. E há os novos que surgem neste momento pré-eleitoral.
Tem o candidato herdeiro e o candidato flex, conforme me contaram. O candidato herdeiro é aquele que vive sentado no palácio do governo, mas nada é dele. Tudo é herdado dos outros, ou pelo menos o que sobrou após ser anunciado como o candidato do governador.
Entretanto, até os aliados que restaram, que ficaram no palácio de “ouro”, na verdade são aliados do governador Vilela. Nada foi conquistado por conta própria, sequer o apoio de um prefeito. Não que apoio de prefeito ganhe eleição. Nada disso. O que ganha eleição é a soma de apoios.
Até o marqueteiro da campanha é doado pelo governador Vilela e é o mesmo que trabalhou em suas duas últimas disputas eleitorais.
Bom, acho que já ficou mais do que claro que o candidato herdeiro é Eduardo Tavares “O Breve”.
Já o candidato “flex” – como os novos veículos movidos por bi-combustíveis -, é aquele que tenta construir um discurso de oposição, que ataca o que é falho, o que o povo mais critica e sente falta, mas estava e permanece montado dentro do governo.
Esse é o senador Benedito de Lira. Ele ainda comanda a secretaria de Educação.
Assim, o cidadão vai inventando estórias e zombando dos candidatos. O humor na política é bastante criativo. Eu mesmo morro de rir das piadas, mesmo que depois a gente chore quando um deles chega ao poder.
Faz parte. Por enquanto vamos sorrir. Até mesmo com o candidato “Babá”.
Essa é outra estória que vou contar depois.