Volto ao tema, não por teimosia, mas por acreditar que qualquer candidatura ao governo de Alagoas passa pelo resgate futuro de algo que não está entre nós, se é que um dia esteve. O respeito e a confiança na existência dos poderes do Estado como ente capaz de buscar o equilíbrio nas relações sociais.


Qualquer plano de governo que será apresentado tem que passar, necessariamente, pela demonstração de que esse é o objetivo a ser alcançado. E, para tanto, só é possível tal busca caso exista o envolvimento e o comprometimento do Executivo, Legislativo, Judiciário, MP, OAB, entre outros.


Será inaceitável que o discurso, que a mensagem de marketing político fale em segurança sem o envolvimento essencial da Justiça, do MP, por exemplo. Não é possível o combate ao crime com mais policiais sem que existam mais juízes, servidores, delegados, policiais, mais médicos, professores e mais promotores. Não se combate a violência sem que todos estejam fortalecidos.


Na educação, na saúde, enfim, na sociedade civil, só conseguiremos melhorar o ambiente de destruição social existente nessas áreas, atualmente, com um planejamento conjunto e factível.


Chega de inverdades, chega de promessas não cumpridas como a da contratação de mil policiais por ano feita pelo governador Vilela.


Afinal, procura-se um estadista.