A frase do título é do ex-prefeito de Maceió, Djalma Falcão. Ainda não consegui esquecer: “Alagoas é um matadouro humano”. Quase oito anos do mesmo governo, os piores indicadores na área de segurança, enfim, qualquer coisa que escrevermos será repetição.


Relembrar o número reduzido de policiais, as delegacias abandonadas, os batalhões e grupamentos militares em situação vergonhosa. De minha parte, especificamente, já tratei excessivamente sobre o tema.


São  quase oito anos que o governador Vilela está no comando. Nessa área nada melhora, só há muito sangue derramado e tristeza de milhares de alagoanos que lamentam a perda violenta de parentes e amigos.


É triste conhecer isso de perto.

Já o secretário de Defesa Social, Eduardo Tavares, a partir de agora tem o compromisso moral de estar presente em todos os casos de assassinato, seja no Jacintinho, Benedito Bentes e também no interior.


Leia, abaixo, algumas declarações publicadas no Facebook e tire suas próprias conclusões:


Silvana Chamusca
Em 1990 voltei a morar em Maceió após 20 anos no Rio de Janeiro. Vim por achar que teria mais segurança e qualidade de vida. Ledo engano. Vim para uma tera sem lei. De coronéis e políticos que nunca se importaram com o bem estar da população. Sempre amei Maceió, apesar de não ser alagoana. Mas vivi otimos momentis em minha infância. Primeiri deparei c a violencia cultural. Ainda se matava porque engravidavvam filhas. porque era corno, porque se chamava alguem de viado. ...


Marthinha M de Vasconcellos  se sentindo para baixo


Fico me perguntando será que vale a pena trabalhar tanto e depois não puder desfrutar daquilo que você batalhou tanto. Nós vivemos com aquela sensação impunidade nesse Estado. Sabemos que vamos sair pra trabalhar, mas não sabemos se voltaremos. Entrar num coletivo dá medo, andar na rua dá medo, você já olha pra pessoas com aquele olhar de desconfiança e pergunta: Será ladrão? De que adianta trabalhar tanto, ter uma boa vida social, dinheiro, carros, Iphones, iPad tudo isso co...


Nado Torres


QUE ABSURDO!
- VAMOS AS RUAS PROTESTAR CONTRA ESSA INSEGURANÇA.
MAIS UMA TRAGÉDIA
- BASTA!
QUEREMOS PAZ


Mácleim Carneiro Damasceno

Grande Pedro, em última instância, a Polícia Militar e Civil fazem parte do arcabouço do funcionalismo público estadual. Daí, é só observar como o governo das tibornas, neoliberal, tem tratado, durante os dois mandatos, o funcionalismo estadual. A Força Nacional cai como uma luva para os propósitos dessa canalha. Grande abraço e, no +, MÚSICAEMSUAVIDA


Roberto Amaral


O Turismo, um dos principais ramos da economia de Alagoas, perdeu hoje um empresário muito importante para a alegria das noites de Maceió. Guilherme Brandão foi vítima da violência sem freios que torna a nossa capital estadual num destaque mundial em criminalidade, também. Lamentável.
Meus sentimentos aos familiares. Fé em Deus.


Wendel Palhares Costa


A morte de um empresário como Guilherme Brandão é lamentada por diversos fatores. A perda para a família é imensa e incontornável, como a de qualquer uma - pobre ou rica. Perdem também funcionários, fornecedores, parceiros e até clientes. Porém, já que a maioria já fala sobre o valor inestimável da vida, eu queria destacar brevemente o impacto que se dá na economia e na confiança de se investir emMaceió.


A criminalidade no Estado já faz nossos seguros automotivos serem os mais altos do País, nossos gastos com segurança aumentarem a cada dia. A cada infraestrutura feita já se pensa na colocação de fortalezas, com grades.


As linhas mais liberais de pensamento - em que se encontra o PSDB do governador alagoano - defendem que a economia deve ser livre e o papel do Estado é apenas o de propiciar condições favoráveis para que ela se desenvolva. Não há como se desenvolver quando o medo está nas ruas.


Na verdade, a história mostra, que quando há medo e sangue nas ruas, as casas se desvalorizam, as empresas migram, os empregos acabam e os preços de produtos de primeira necessidade sobem.


A razão de vivermos em sociedade, negando parte de nossas liberdades individuais, é justamente a necessidade de se proteger. Para isso, escolhemos um representante responsável por garantir a nossa segurança, a nossa paz - dando assim terreno aberto nos desenvolvermos quanto pessoas ou comunidade.


As mortes de Guilherme e da dono do mercadinho no Benedito Bentes assustam o setor empresariado, seja pequeno ou grande, e afasta investidores - o que no nosso sistema capitalista significa a falência total do Estado.


Raudrin Lima


‎VENHAM VER O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM ALAGOAS! ISSO É REAL! PENA QUE GASTAM HORRORES DE DINHEIRO COM PROPAGANDO ENGANOSA PARA ESCONDER A VERDADE!!!