Ex-procurador-geral do Estado no governo Manoel Gomes de Barros, ex-presidente da OAB/AL e candidato a deputado estadual em 2014 pelo DEM, Omar Coêlho avalia com dureza o atual governo comandado por Vilela (PSDB), apesar de o seu partido fazer parte diretamente do Governo Estadual.

Para ele, desde o princípio o Governo tem se mostrado fraco para tomar decisões principalmente na segurança, saúde e educação. Omar acha que um dos argumentos para “nada” ser concedido aos servidores é a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que está sempre no limite. “Uma lei criada para punir os gestores corruptos não pode ser impedimento para o cumprimento de princípios constitucionais em áreas essenciais”, dispara Omar.

Tem razão Omar Coêlho. Entretanto, o governador se vale da LRF exatamente para isso e ao optar pela lei em detrimento da concessão de benefícios a sociedade comete crime contra o povo.

“Sempre faltou coragem ao Governo para enfrentar desafios”, afirma Omar, candidato a deputado estadual pelo DEM, o que soa estranho demais porque o partido tem como vice-governador o presidente do partido, José Thomaz Nonô.

Segundo Omar, “o Téo ter pedido ajuda ao Exército tem a ver com a semana em que Nonô passou no governo. E tenho a convicção de que a partir de abril Alagoas viverá nova fase onde a palavra de ordem será a força do Estado contra os criminosos”.

Pelo que a gente percebe no parágrafo anterior, Omar Coêlho já está se despedindo do governador Vilela e torcendo para Nonô assumir a vaga do tucano.

Ora, se até membros de partido aliado reclamam da lentidão do governador Vilela imagine só como está a imagem dele perante a população, os oposicionistas. A coisa tá feia. Como dizem no interior “a image do homi  tá só o pó”.

E você leitor, prefere que o atual governador permaneça no cargo ou dispute outro cargo político?