Faltando cerca de um ano para as eleições de 2014 nada esta definido, é óbvio. Aliados de hoje podem ser os adversários de amanhã, assim como o contrário também. Coligações e candidaturas dadas como certas podem esvair-se no ar como mágica e outras surgirem surpreendentemente.
Eu já escrevi em outra postagem que, assim como na vida, “na política não há nada feito que não possa ser desfeito e refeito”. O imponderável, o inesperado, as fatalidades e as traições podem ocorrer a qualquer momento. E tudo se transforma. O cenário muda, outros atores saem do camarim e entram na cena política. Esse é o mundo da política.
Quem poderia imaginar, nem quais serão seus desdobramentos e suas consequências, num desentendimento entre a presidente Dilma e o PMDB do senador Renan Calheiros? O fato é que a presidente ficou naquele estado - @#$%&* - por conta da iniciativa do senador de colocar em votação projeto que garante a autonomia formal do Banco Central.
Para o governo esse fato estaria sendo encarada como rompimento, e seria uma retaliação dos peemedebistas pela não nomeação de um indicado pelo partido como ministro da Integração Nacional.
Renan Calheiros presidente do Senado e aliado da Dilma tem um tamanho. Adversário do Planalto tem outro completamente diferente. E essa situação – seja uma ou outra - também influencia no quadro político alagoano profundamente.
Por isso, nada do que é dito, prometido, nenhum namoro ou casamento em política é para sempre. Os fatos ah, os fatos - mudam tudo, transformam tudo, sempre.