Na manhã desta quinta-feira (19), o vice-governador José Thomaz Nonô participou da abertura das comemorações dos 65 anos da Rádio Difusora. O evento também homenageia os radialistas que fizeram parte da história da emissora, que hoje integra o Instituto Zumbi dos Palmares (IZP). A celebração aconteceu no Teatro Linda Mascarenhas, no Cepa.
“Foi uma manhã extraordinária. São 65 anos da difusora, era de ouro do rádio. Os novos meios se adéquam, fazem simbiose e parcerias, mas guardam a origem comunitária de politizar, informar, ajudar Alagoas a ser a estrela radiosa que deve ser", declarou Thomaz Nonô.
O vice-governador ressaltou a importância da rádio para a formação da sociedade. "A rádio é voltada para politizar a sociedade. Politizar vem de polis, que significa cidade, e fazer rádio é isso, é pensar na cidade, fazer com que as pessoas compreendam, entendam, vivenciem sua cidade”, afirmou. “São a vertentes que fazem a sociedade".
Para Thomaz Nonô, a rádio é um patrimônio da sociedade. "A Difusora faz 65 anos de existência, um testemunho de resistência aos novos meios. O governo procura manter e estimular as atividades”, disse o vice-governador. “Hoje quero parabenizar a equipe que faz a rádio, desejar que mantenham o espírito cívico, o orgulho de ser alagoano. Que não perca jamais o norte da sua razão de ser. Nosso sentimento, nossa vontade é muito maior, a força do povo avança".
Durante as comemorações, o IZP homenageou o radialista Edécio Lopes. Thomaz Nonô recordou o trabalho do radialista na emissora. “Lembro a figura marcante de Edécio Lopes, das várias vezes em que fui entrevistado. Era uma pessoa voltada para a cultura. um pai, cidadão e comunicador exemplar", afirmou.
Para relembrar a história do veículo de comunicação, o IZP organizou uma exposição com rádios antigos, discos e equipamentos de gravação. O público também pôde assistir à apresentação da radionovela Pequetita – um antigo sucesso das programações da Difusora.
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