Mesmo depois que o presidente sírio Bashar al-Assad decidiu ceder e eliminar seu arsenal de armas químicas, o Brasil cobrou nesta segunda-feira mais um passo para a resolução da crise síria, que se estende por mais de dois anos: o fim da entrada de armas convencionais ao país. Ainda não há proposta sobre o tema no Conselho de Segurança das Nações Unidas, mas o Brasil defende que parta do colegiado uma determinação nesse sentido.

“Defendemos a cessação imediata do fluxo de armas para a Síria. Esse fluxo de armas só tem agravado o drama humanitário”, afirmou o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo. “Esse fluxo de armas é parte do problema. E portanto, tem de ser equacionado. Sem dúvida, nós esperaríamos que o Conselho de Segurança, se for de acordo, determinar uma cessação disso”.