A presidente Dilma Rousseff comunicou a direção do PT que não vai participar de reunião do diretório nacional do partido, neste sábado (20), em Brasília, porque vai realizar um encontro para tratar da segurança do papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude no País. Dilma vai reunir ministros para planejar ações que garantam uma visita sem incidentes.
O papa chega ao Rio de Janeiro na segunda-feira (22) e permanece até domingo (28) . São esperados 800 mil turistas no Rio e 2 milhões de pessoas devem circular nos eventos com a presença do pontífice. Entre os ministros que participarão da reunião com a presidente estão o da Justiça, José Eduardo Cardozo, da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e da Defesa, Celso Amorim.
O esquema montado para proteger o papa terá 12.259 militares das três Forças e 10 mil agentes, a maioria da Polícia Militar. Também há agentes da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Federal, da Polícia Civil, da Força Nacional, da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e da Guarda Municipal. Sob coordenação do Ministério da Justiça, os agentes ficam responsáveis principalmente pela segurança dos quatro eventos na Praia de Copacabana, na próxima semana, incluindo a Via Crucis .
Das Forças Armadas, 700 militares da Aeronáutica, 2,5 mil da Marinha, 7 mil do Exército estão de prontidão. O Exército atuará com poder de polícia, graças a um decreto presidencial, em Guaratiba, na zona oeste, no Campus Fidei, onde o papa fará sua última aparição pública no Brasil. Lá são esperadas 1,5 milhão de pessoas. Já na visita a Aparecida do Norte (SP), 2.059 homens da três Forças participam das ações de defesa na cidade e na proteção do papa.









