Treze meses separam os alagoanos das eleições gerais do próximo ano, mas até o final de setembro próximo muitas decisões terão que ser tomadas visando à eleição  de presidente da República e de governador.

Setembro é o prazo final para que os brasileiros saibam se a Rede Sustentabilidade de Marina Silva terá obtido ou não o seu registro no TSE, dando-lhe condições legais de disputar a presidência da República por um partido que não quer ostentar o rótulo de partido.

Com a criação desse partido, viabiliza em Alagoas a candidatura da vereadora Heloisa Helena a senadora na disputa entre os cardeiais da politica: Collor e Vilela.

A definição do partido e pre-candidatura também poderá ocorrer até setembro do professor Alexandre Fleming, a grata surpresa da eleição municipal de Maceió e deseja disputar a vaga de Senador.

Encerra-se também no mês de setembro o prazo para que o PPS do deputado Roberto Freire e o PMN de Telma Oliveira decidam em caráter definitivo se irão mesmo se fundir para criar a Mobilização Democrática (MD).

 É também o prazo final para que o  tucano Alexandre Toledo,  decida se sairá do PSDB para disputar a sucessão de Teotonio Vilela por outro partido, já que os tucanos caminham para opção pelo senador e presidente do Senado, Renan Calheiros .

Definindo a parceria novamente Teotonio e Renan, resta o senador Collor numa candidatura solo perigosa decidir o seu destino: será candidato ao Senado ou ao governo de Alagoas?.

E o destino do vice-governador José Thomaz Nonô. Além dele é preciso saber como ficará o aliado de Vilela, senador Benedito de Lira que se encontra jogando a sua última cartada para ser inquilino do Palácio Zumbi dos Palmares.

E o PT como ficará em Alagoas no seu eterno papel de coadjuvante na política.

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