Para que as obra durem os 18 meses informados no relatório final da Comissão Especial, criada pelo prefeito Eduardo Paes para avaliar as condições da estrutura da cobertura do Engenhão, a Prefeitura do Rio de Janeiro começou a correr contra o tempo e publicou nesta segunda no Diário Oficial do Município uma notificação para que o consórcio Racional Delta Recoma procedam de forma imediata à execução das obras de reforço estrutural dos arcos e cobertura do setor oeste do Estádio Olímpico João Havelange.
O Decreto 37.152, de 14 de maio de 2013, notifica também o Consórcio Engenhão, formado pelas empresas Odebrecht e OAS, procedam de forma imediata à execução das obras de reforço estrutural dos arcos e cobertura dos setores Norte, Sul e Leste do estádio.
Durante a coletiva realizada na última sexta-feira, o representante da Odebrecht, Marcos Vidigal, afirmou que a empresa só se pronunciaria após ser notificada e ter todos os laudos em mãos, já que o contrato assinado pelo consórcio com a prefeitura do Rio, na época, as eximia de qualquer problema de projeto.
O secretário municipal de obras, Alexandre Pinto, informou que a prefeitura não arcará com qualquer valor para a reforma da estrutura da cobertura e chegou a falar que a situação do Engenhão era “vergonhosa”.
Nesta segunda-feira, o prefeito Eduardo Paes voltou ao mesmo discurso, reafirmando que a prefeitura do Rio não pagará a conta.
"Os responsáveis vão cumprir seu papel e recuperar a estrutura, seja o valor que for. Mas não vamos arcar com os custos. Essa hipótese não existe", disse o prefeito.









