Uma das testemunhas esperada no julgamento sobre a morte do empresário PC Farias e sua namorada Suzana Marcolino não compareceu ao Fórum Jairon Maia Fernandes, na tarde desta terça-feira (07). O depoimento de Zélia Maciel, prima de Suzana, é de grande importância para o julgamento, já que ela esteve com Suzana na cidade de Atalaia, onde compraram a arma do crime.  

Com a ausência, o juiz Maurício Breda expediu um mandando de condução coercitiva. Zélia terá que comparecer ao julgamento, mesmo contra sua vontade.

O depoimento do camareiro

Dando continuidade aos depoimentos do julgado foi ouvido Ronaldo Plácido Domingos, funcionário da mansão do PC.  Ronaldo disse que o irmão de PC, Augusto Farias frequentava a casa e que o relacionamento entre os dias era bom. “Durante os 14 anos de trabalhei nunca vi Paulo César e Augusto discutir".  

Ao ser indagado sobre o relacionamento de PC e Suzana Marcolino, ele afirmou que o casal tinha um relacionamento bom, mas no final estava "deteriorado". Ronaldo comentou que presenciou uma briga entre PC e Suzana, por conta de uma ligação da inglesa Zara. “Os dois brigaram e ela já tinha bebido e saiu correndo em direção à praia e se atirou ao mar”, lembrou.  

 O funcionário que morava na casa de PC disse que Suzana frequentava a mansão e nunca a viu portando arma de fogo. Quanto ao perfil da namorada de PC, Ronaldo disse que ela o tratava bem e que a "família aprovava o relacionamento já que os irmãos de PC frequentavam a casa com as namoradas".

"Cheguei a ver o PC falar que iria terminar o relacionamento dona Suzana Marcolino", disse o funcionário.