O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), contrariado, ficou desmoralizado ao ser, desafiado pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP), que não arredou pé da presidência da Comissão de Direitos Humanos. Com o aval do partido, não saiu nesta terça, 26, como havia sido "convidado". Como consequência, a comissão está paralisada.
Os líderes dos partidos já perderam a paciência e querem uma reunião na próxima terça para dar um paradeiro à crise, sem precedentes. Feliciano, por sua vez, quer abrir reunião em ritmo normal. Esse normal, quer dizer, com manifestantes barulhentos que também atrapalham o andamento das demais comissões. E, é claro, muitos deputados surfando nessa onda midiática.