O arranca-rabo entre os participantes e assistidos da Fundação dos empregados da Ceal continua gerando uma insatisfação geral e onde já se fala em um novo abaixo assinado contrário a indicação política do presidente estadual do PT, eletricitário Joaquim Brito para diretor de seguridade da entidade.

Um novo abaixo assinado já se fala nos corredores da Eletrobrás para colher cerca de 1 mil ou mais assinaturas, inclusive se necessário for, com uma manifestação nas portas da Eletrobras - na avenida Fernandes Lima onde fica a séde da empresa estatal do governo federal e também, na Faceal.

A indicação de Joaquim Brito, provavelmente deve ter cunho político e isso os Participantes e Assistidosda FACEAL já deixaram claro que não querem indicação política para tomar conta do dinheiro da aposentadoria deles, quando recentemente, em apenas dois dias receberam abaixo assinados da capital e interior com mais de 300 assinaturas, que foram encaminhadas ao Presidente do Conselho Deliberativo e este encaminhou ao Presidente da Eletrobrás( Marcos Madureira)


Faceal

A FACEAL - Fundação dos Empregados da CEAL, desde a posse de seus novos Conselheiros e Diretores em Dezembro/12, está um "mar de rosas", ao contrário da gestão anterior que era dominada pela PT.

O entendimento entre todos tem sido a postura adotada.

Os Participantes (empregados ativos) e os Assistidos (aposentados) numa clara demonstração de quem eles pretendem administrando seu dinheiro(aposentadoria), não tiveram dúvida em eleger técnicos comprometidos com a Ética e a Transparência, afastando qualquer possibilidade de indicação política para a direção e conselhos da FACEAL.

A Eletrobrás entendeu essa postura e apresentou para Presidente da Fundação um Aposentado (Luiz Demóstenes) e para a Diretoria de Seguridade um ex-conselheiro deliberativo especializado em Previdência Privada, Alexandre Gonçalves, cujos nomes foram confirmados pelo Conselho Deliberativo, órgão máximo da FACEAL e empossados em dezembro/12.

Mas, surpreendentemente, a Eletrobrás enviou há alguns dias para o Presidente do Conselho Deliberativo um expedientde indicando o nome do empregado Joaquim Brito para substituir o Diretor de Seguridade indicado pela própria Eletrobrás e quenestá empossado legalmente no cargo.

0 ostracismo do Brito

Depois que foi afastado por decisão na época da então ministra do Gabinete Civil,Dilma Rousseff, a Presidência da CEAL, o eletricitário Joaquim Brito encara um ostracismo no Governo Dilma que não é chamado, nem lembrado para nada.

Recentemente o assessor especial da Presidência da Eletrobrás em Alagoas - engenheiro Gustavo Novais,foi convidado pelo novo Prefeito de Maceió, tucano Rui Palmeira para dirigir a SLUM e aceitou deixando o cargo vago. A Eletrobrás não "convidou" o Sr. Joaquim Brito para assumi-lo.

Porque?

O Paulãodo PT recentemente foi empossadao Deputado Federal na vaga deixada do Prefeito eleito de Coruripe Joaquim Beltrão.

Porque não levou o Sr. Joaquim Brito para sua Assessoria?

Sem falar quando se instalou o governo Dilma, o eletricitário Joaquim Brito tentou de toda a maneira retornar a presidência da empresa, mas foi vetado.

Mal assessorado, o Presidente Marcos Madureira certamente desconhece que para a perda do mandato de um Diretor da FACEAL empossado, é necessário que ele tenha praticado: a) malversção ou dilapidação; b? atos praticados contra a legislação vigente; e c) violação desse Estatuto.

Está lá no Estatuto da FACEAL em seu artigo 32.

O Presidente Marcos Madureira bem que poderia se livrar desse incômodo.

Madureira tem um oficio enviado pelo ministro da Presidência da República, Gilberto Carvalho e pelo ministro da Minas e Energia, Edison Lobão determinando a mudança na direção da seguridade da Faceal, impondo o nome do Joaquim Brito.

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