O secretário-geral, o secretário-geral adjunto e os procuradores chefes administrativos de todas as unidades do Ministério Público Federal, reunidos em Brasília, divulgaram nesta sexta-feira, 22 de fevereiro, nota de desagravo ao procurador-geral da República Roberto Gurgel.

Na nota, eles manifestam “veemente repúdio às acusações feitas à autoridade máxima do Ministério Público brasileiro, pessoa detentora de respeitabilidade e decoro”.

Também asseguram que “tentativas de macular a honra do chefe do Ministério Público da União, que engloba o Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho, Ministério Público Militar e Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, pela sua atuação institucional, não alcançarão o fim predeterminado, pois não passam de tentativas vãs de retaliar e intimidar a instituição.”

Eis a nota de repúdio na íntegra:

MINISTÉRIO PÚBLICOF EDERAL

DESAGRAVO AO PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

O Secretário-Geral, o Secretário-Geral Adjunto e os Procuradores-Chefes de todas as unidades do MinistérioPúblico Federal, estes últimos eleitos pelos Procuradores da República e Procuradores Regionais daRepública nos Estados, reunidos em Brasília, diante de ataques dirigidos ao Procurador-Geral da República,Dr. Roberto Monteiro Gurgel Santos, por sua atuação independente em casos de grande repercussão e interesse nacional, como visto em recentes atos praticados e discurso proferidos pelo Senador Fernando Arnon Collor de Mello, deliberaram, à unanimidade, manifestar veemente repúdio às acusações feitas à
autoridade máxima do Ministério Público brasileiro, pessoa detentora de respeitabilidade e decoro.

Esclarecem não ser cabível o abuso de prerrogativas parlamentares, objetivando enfraquecer uma instituiçãodefensora da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis,como definido na Constituição da República e reconhecido pela sociedade em geral.

Conhecedores dos predicados morais e profissionais do desagravado, os subscritores asseguram que as tentativas de macular a honra do chefe do Ministério Público da União, que engloba o Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho, Ministério Público Militar e Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, pela sua atuação institucional, não alcançarão o fim predeterminado, pois não passam de
tentativas vãs de retaliar e intimidar a instituição.

Brasília (DF), 22 de fevereiro de 2013

 PROCURADOR CHEFE Unidade Lauro Pinto Cardoso Neto SG/PGR

 

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