Da mesma forma "competente" que o governo federal foi pedir ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, para não promover o aumento de ônibus na capital paulista, o ministro da Fazenda, Mantega, diz que o aumento dos combustíveis acontecerá no "momento correto".
E a perspectiva é de um aumento de 5% na gasolina. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central divulgou nesta quinta-feira, 24, por meio da ata de sua última reunião, quando a taxa básica de juros foi mantida estável em 7,25% ao ano, que espera um reajuste de 5% no preço da gasolina neste ano.
Mas o Banco Central não indicou quando ocorrerá a majoração para o consumidor.
Pois bem, mais uma vez a estratégia é de aumentar custos no "momento certo". Entenda-se por momento certo, quando naquele instante em que não tiver um aferimento que turbinará a inflação.